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Entre Sapucaia e Gravataí

Obras da RS-118 poderão ser retomadas neste mês

Informação é do Sindicato das Indústrias da Construção de Estradas. Estado não confirma
Em novembro próximo se completam dois anos da paralisação das obras de duplicação da RS-118, iniciadas há dez anos. Uma das lendas urbanas da infraestrutura gaúcha a obra, contudo, poderá ter os trabalhos retomados nos próximos dias. A informação não é confirmada pelo Executivo estadual, mas vem do presidente do Sindicato das Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem (Sicepot-RS), Ricardo Portella.
Em entrevista nesta segunda-feira (4) a uma rádio da capital, afirmou que o Palácio Piratini sinalizou na última semana com a liberação de recursos do Tesouro do Estado para a retomada da duplicação entre os quilômetros seis e 11, entre Sapucaia e Gravataí, bem como pagar os cerca de R$ 1 milhão devidos a Construtora Sultepa - uma das três que atua nas obras - e da qual Portella é também presidente. “Estamos com proposta dentro do governo, na questão de garantias, e acho que resolveremos isso durante a semana”, disse.
Se acertadas as pendengas contratuais e financeiras, a estimativa, comentou ele, é que em 15 dias as máquinas retornem ao canteiro do lote 2, sob responsabilidade da Sultepa. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) e a Secretaria Estadual dos Transportes dizem que “a retomada da duplicação da RS-118 segue sendo uma prioridade do governo” e que no momento “não há definição quanto ao prazo para a continuidade das obras” ou mesmo o valor que precisará ser aportado para a conclusão.
Demais lotes
Conforme Ricardo Portella os outros dois lotes da duplicação da RS-118 estariam em fase final de rescisão de contrato entre o Estado e as construtoras Conterra e Triunfo. “Tem uma das empresas que não quer mais trabalhar com o Estado, que é a Triunfo. Ela pediu a rescisão, pois o Estado, segundo alegações dela, nunca cumpriu o contrato. E terá que se fazer duas novas licitações para esses trechos”, assinalou. A Triunfo detinha o maior trecho da duplicação, do quilômetro 11 ao 21 (Sapucaia do Sul), com a responsabilidade pelos quilômetros 0 e 5 (Gravataí) sendo da Conterra.
Novas invasões
Enquanto o Estado não apresenta um cronograma e um planejamento geral de retomada das obras de duplicação da RS-118, é visível nas margens da rodovia e junto ao canteiro de obras a volta de barracos e casebres. As novas ocupações ilegais estão próximas ao quilômetro dois, em Sapucaia do Sul. “Essa questão das novas invasões é grave, por isso também da importância que ganha a retomadas obras”, pontua o cice-presidente do Sicepot, Cylon Fernandes Rosa Neto. Em contraponto, a Secretaria de Obras, Saneamento e Habitação (Sops), também por meio de sua assessoria de imprensa, argumenta que houveram alguns casos de novas ocupações das margens da RS-118, na faixa de domínio do Daer, mas muitas já desocupados pela constante fiscalização do órgão, a quem compete este serviço. A Sops também justifica que as novas ocupações não são praticadas pelos atuais beneficiários do Aluguel Social, e sim por novos ocupantes que migram de outras comunidades ou municípios.
QUADRO – Panorama das desapropriações
Gravataí
-150 famílias no Aluguel Social aguardam a conclusão das obras do empreendimento Breno Garcia pelo Programa Minha Casa Minha Vida, previsto para o início de 2017, com participação financeira do Estado, visando contemplar também a totalidade destas famílias removidas da faixa de domínio do Daer ao longo da RS 118;
Cachoeirinha
-50 famílias no Aluguel Social aguardam a aprovação junto ao Ministério das Cidades de empreendimentos habitacionais pelo Programa Minha Casa Minha Vida;
Sapucaia do Sul
-750 famílias no Aluguel Social aguardam
-160 famílias a serem alocadas em empreendimento habitacional em execução, com previsão para término no início de 2017;
-As demais 590 famílias aguardam a obtenção de recursos junto ao Ministério das Cidades, para viabilizar um empreendimento habitacional projetado na área adquirida pelo Estado, na Rua Justino Camboim.
QUADRO - A duplicação
Lote 1: do km 11 ao km 21,3. Construtora Triunfo. Percentual executado do contrato: 71%;
Lote 2: do km 06 ao km 11. Construtora Sultepa. Percentual executado do contrato: 50%;
Lote 3: do km 0 ao km 05 (da BR-116 a Freeway) – Construtora Conterra. Percentual executado do contrato: 7%.
Total pronto até o momento: 10,9 quilômetros de duplicação e 8,4 quilômetros de ruas laterais.
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