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Homem é executado a tiros durante partida de futsal em São Leopoldo

Crime ocorreu na noite de terça-feira (16) no bairro Santos Dumont
Polícia Civil/Divulgação
Crime ocorreu na noite de terça-feira (16) no bairro Santos Dumont
Um homem, identificado como Marcelo Cristino da Rosa, 29 anos, foi morto a tiros durante uma partida de futsal na noite de terça-feira (16) em São Leopoldo. O crime ocorreu na quadra do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, na Rua Arnaldo Pereira da Silva, no bairro Santos Dumont. Além de Marcelo, que morreu no local,  um outro homem, de 30 anos também foi atingido pelos disparos. Ele foi baleado nas costas e em um dos braços e foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital Centenário, onde segue internado.  
Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, as vítimas jogavam futsal quando próximo do final do jogo quatro indivíduos armados entraram no ginásio, invadiram a quadra e executaram Marcelo a tiros. A vítima fatal, que segundo a polícia era conhecida como "Marcelinho cara cortada" possuía antecedentes policiais por por homicídio, tráfico, porte ilegal de arma e formação de quadrilha. Ele já havia sido preso seis vezes e sofrido uma tentativa de homicídio em 2012. O outro homem baleado não possuía antecedentes. 
O caso é investigado pela Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH) de São Leopoldo. De acordo com o chefe da investigação da DPH, Odilei Betanin, Marcelo era um dos indiciados na Operação Esparta, deflagrada pela Polícia Civil em 2013  e que desmantelou uma quadrilha de furto e roubo de veículos e tráfico de drogas que agia no Vale dos Sinos.
A quadrilha era dividida em duas células e agia no furto, roubo e receptação de veículos em São Leopoldo, Novo Hamburgo, Sapiranga, Parobé, Portão, Ivoti, Dois Irmãos, e Vale do Taquari, sendo que outro grupo, do qual Marcelo fazia parte, agia no tráfico de drogas na Vila Brás e no bairro Scharlau, zona norte de São Leopoldo. "Marcelinho era apontado como um dos matadores da quadrilha. Depois era gerente de boca de fumo, mas não era dono, nem líder de facção. Ele tinha muitos inimigos", pontua Betanin.   
Detalhes que possam auxiliar nas investigações podem ser repassados à DPH leopoldense pelo telefone 8590.0522 por mensagens pelos aplicativos What'sApp e Telegram. 

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