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Henrique Schneider

2017

Por isso, é preciso um esforço maior de cada um e de cada uma para recuperarmos a leveza.
Henrique Schneider MENORwww.henriqueschneider.com
adv.henrique@uol.com.br
E então estamos todos instalados em 2017. Como de costume, a época do ano-novo é quando me permito escrever algo que não seja ficção nesta minha coluna Vida Breve – que, sendo publicada ininterrupta e inacreditavelmente há quase quinze anos, há muito já desmentiu o seu próprio título.
É o meu primeiro texto deste ano. E, da mesma forma que nos anos passados, sigo insistindo – incorrigível otimista que sou – em desejar leveza e risadas a todos e todas.
Sei, 2016 foi um ano cheio de pesos. Pode não ter sido pesado individualmente para um ou outro (para mim, particularmente, foi – tive a casa assaltada e o carro roubado, por exemplo), mas o ano manteve sempre uma espécie de aura pesada, clima tenso ao redor do País inteiro, que de alguma forma nos afastou da necessária gentileza.
Por isso, é preciso um esforço maior de cada um e de cada uma para recuperarmos a leveza. Conseguir olhar com os olhos do outro e entender que quem pensa diferente é apenas isso, e não um inimigo.
Há tempo, acho que a leveza deve ser palavra-chave na vida de cada um de nós. É importante (necessário!) atravessar os dias com um olhar mais leve, mais generoso, vendo problemas apenas onde eles verdadeiramente existem, discutindo somente o que é necessário discutir. A vida fica tão mais leve e tão melhor quando deixamos de nos incomodar com coisas pequenas e que nos envelhecem antes do tempo.
(Mas que nossas vidas tenham, ao mesmo tempo, leveza e intensidade. Não é um paradoxo. A leveza, no correr dos dias; a intensidade, quando for preciso.)
E que nos permitamos, às vezes, parar apenas por parar. Permitir-se um tempo a mais, o bate-papo, o café sem culpa depois do almoço. Não vale a pena correr o tempo inteiro apenas para construir grandes momentos – é preciso saber aproveitar os pequenos. A boa vida é feita disso.
Repito sempre um dito que, se não me engano, é indígena: quando corremos demais, às vezes é preciso parar, para que a nossa alma nos alcance. Lindo e verdadeiro: de nada adianta correr sem alma.
Que, em 2017, nossas almas saibam correr, tenham leveza e deem risada.

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