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Briga de cachorro grande

''E assim vamos levando nosso tempinho sobre a Terra, sem perder tempo com "cachorradas", nem desperdiçando-o com coisas que não nos dizem respeito.''
Walter GalvaniWalter Galvani
galvaniwalter@gmail.com
Aprendi na vida, já que sou cachorro pequeno, que a gente nunca deve meter o nariz em “briga de cachorro grande”. Nem para apartar os, digamos, “litigantes”...
Pra quê, não é mesmo?
E assim vamos levando nosso tempinho sobre a Terra, sem perder tempo com “cachorradas”, nem desperdiçando-o com coisas que não nos dizem respeito.
Podemos nos reservar então para grandes intervenções, tipo assim “entrada em cena” para emitir uma opinião que possa ser respeitada e ter algum peso ou significado na ordem das coisas e no andar da sociedade.
Depois de passar por todas as experiências que enfrentei, ultrapassar as dificuldades e engolir os necessários desaforos quando foi o caso, driblar as asperezas e tocar em frente com o olhar no horizonte e o coração límpido e levantado, tropeçar e correr o risco de cair diante de adversidades ridículas e artimanhas do destino?
Sinceramente, não dá.
O que precisamos é estar atentos e devolver algo maior do que nossas pequenezas e lutar pela melhoria efetiva da vida em sociedade.
Aliás, me dedico a observar o que se passou na História da Humanidade, para me desviar de tentações e não fazer escolhas erradas. Nem sempre se consegue.
Muitas vezes, o engano e o tropeço estão garantidos. A gente cai, mas se levanta no minuto seguinte.
Por isso, não dou palpite, não meto meu bedelho nessa sopa quente dos presídios e a força que os apenados, condenados a viver do pouco que lhes resta, parecem ter. Não curto e não perco meu tempo.

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