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São Leopoldo

Custo do tratamento da água está mais caro depois da enxurrada

Semae aponta elevação na quantidade de sulfato de alumínio, utilizado na clarificação
O custo para o tratamento convencional da água em São Leopoldo mais que duplicou devido à enxurrada ocorrida no município de Rolante, no Vale do Paranhana. A afirmação é da bióloga do Semae, Viviane Machado. “Das 13 horas de sábado até 13 horas de segunda-feira, para uma motobomba foram gastos 15,3 mil litros de sulfato de alumínio, ao custo de R$ 9.914,00. No mesmo período, em uma situação normal, seriam gastos 6,56 mil litros do produto para três motobombas, ao custo de R$ 4.254,00”, explicou a técnica. O sulfato de alumínio é um dos primeiros produtos a serem aplicados no tratamento d’água durante a fase de clarificação.
Para manter a qualidade de água, técnicos do Serviço Municipal de Água e Esgoto (Semae) estão trabalhando dia e noite na busca de soluções para retomar o abastecimento e minimizar o impacto da falta de água. “Neste momento é importante a população utilizar a água de forma consciente, para que assim os níveis dos reservatórios normalizem com mais rapidez”, alertou o diretor-geral do Semae, Nestor Schwertner. Na tarde desta terça-feira, 10, o nível de turbidez (transparência aceitável) da água do Rio dos Sinos estava em 390. Os níveis normais de transparência oscilam entre 60 e 70.
RAIO
Conforme o diretor do Semae, Nestor Schwertner, a queda de um raio durante a madrugada desta terça-feira causou a interrupção do fornecimento de energia elétrica para as bombas, ocasionando assim, a retenção do fluxo das águas no Arroio João Corrêa. “A RGE já foi acionada e logo o problema estará solucionado”, afirmou. 
*Colaborou: Franceli Stefani

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