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Lixo

São Leopoldo decreta emergência ambiental e sanitária

Decisão foi motivada pelas irregularidades e condições precárias do entreposto de resíduos sólidos extradomiciliares localizado na Scharlau e pela cidade estar sem locais regulares para descarte
GES/ Arquivo
O prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi, decretou situação de emergência ambiental e sanitária no município. Segundo a prefeitura, decreto, assinado nesta terça-feira (11), foi motivado pelas irregularidades e condições precárias verificadas no entreposto de resíduos sólidos extradomiciliares localizado na Avenida Albino Scherer, 430, bairro Scharlau, e pelo fato de a cidade estar sem outros locais regulares em que a população possa fazer o descarte deste tipo de material.
“A interdição ocorreu porque o local estava operando sem a devida licença ambiental. No entreposto, também foi constatada a falta de um plano de manejo e operação dos materiais ali depositados, gerando um volume com mais de 3 mil toneladas de resíduos ao lado da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Também não foram atendidas as pendências elencadas em um comunicado do ano de 2016 que, entre outras coisas, determinava como deveria operar, a capacidade de armazenamento, o tempo de permanência e o local de destinação dos resíduos”, detalhou o secretário municipal de Meio Ambiente, Darci Zanini. 
Prefeitura instaurou sindicância
Vanazzi frisou a gravidade dos fatos e esclareceu que o decreto de emergência tem como base a ausência de um local devidamente licenciado na cidade para descarte de resíduos sólidos extradomiciliares. “O decreto tem como objetivo autorizar que o município providencie a imediata remoção dos resíduos depositados ilegalmente para pelo menos dois locais adequados em nosso próprio município. A determinação precede a instauração de uma sindicância para identificarmos e responsabilizarmos, junto ao Ministério Público, os autores das irregularidades ambientais e sanitárias apontadas. Verificamos uma situação dramática como crime ambiental, ao operar sem licença; crime de saúde pública, por ficar ao lado da UPA; e crime de responsabilidade, uma vez que havia gastos desnecessários gerados pelo transporte do material ali depositado”, apontou o prefeito.
Pró-Sinos divulga nota
O Consórcio Público de Saneamento Básico (Pró-Sinos) divulgou nota oficial. Ressaltando ser órgão regulador da prestação dos serviços de saneamento básico nas cidades de Campo Bom, Portão, Sapiranga, Novo Hamburgo, Sapucaia, Esteio, Nova Santa Rita e Canoas, informa que ‘‘monitora, desde os acontecimentos que inviabilizam a captação de água no Rio dos Sinos a partir dos Municípios de Riozinho e Rolante a operação dos prestadores do serviço, quais sejam a Comusa e Corsan’’. Ainda de acordo com o texto, ‘‘ambas prestadoras tiveram suas ações suspensas por conta da excessiva turbidez da água, em níveis jamais observados’’. O órgão se coloca à disposição da comunidade pelo telefone (51) 35928007 ou pelo e-mail contato@prosinos.rs.gov.br.

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