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Sapucaia do Sul e Esteio

Sem horas-extras e com falta de efetivo, bombeiros fecham

Turnos serão intercalados, mas todos os dias haverá atendimento nas unidades
A falta de efetivo e a diminuição das horas-extras obrigaram os comandos da região a programarem escalas de interrupção dos serviços em janeiro. Esteio e Sapucaia do Sul ficarão turnos sem atender a comunidade até o final do mês. Em Esteio, de acordo com o chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar, tenente-coronel Luís Marcelo Maya, não haverá atendimento de ocorrências em 11 turnos, totalizando seis dias, a partir do dia 14. Já em Sapucaia, a interrupção inicia nesta quarta-feira (11) e segue até o fim do mês. Serão 21 noites e seis dias sem atendimento.
O comandante do 2° Batalhão de Bombeiro Militar (BBM) de São Leopoldo, tenente-coronel Carlos Daniel Schultz Coelho, explica que a escala ainda está sendo estruturada. “Podemos garantir que a comunidade não ficará desassistida. O que pode acontecer é o tempo resposta ser um pouco maior”, garante. A defasagem de efetivo, somada com a operação Golfinho, transferência de agentes para reserva e a diminuição de cotas de horas-extras são os motivos que levam os comandos a se organizarem e pensarem alternativas de atendimento. “Isso tudo gerou a necessidade de mudar o planejamento da execução de serviço. Fizemos de forma estratégica”, pondera.
Schultz informa que Sapucaia é o único município da região do 2° BBM que precisou ser fechado durante alguns turnos. “Todos os dias haverá atendimento, porém alguns diurnos e outros noturnos”, pondera. Em Campo Bom, por exemplo, a unidade não receberá nenhuma hora adicional, mas há efetivo suficiente e conta com apoio de voluntários. “Eles conseguem se manter, porém Sapucaia do Sul não, justamente, pela falta de efetivo e das horas”, acrescenta.
Necessidade de escolhas
O comandante do 2° BBM explica que fevereiro também poderá será um mês de dificuldades e o atendimento deverá ser normalizado a partir de março, quando o efetivo da Golfinho retornar, ou quando mais horas-extras forem liberadas pelo governo do Estado. “Esteio não fechará no mesmo período que nós, justamente para dar apoio, caso haja necessidade”, afirma. 
O comandante ressalta que o índice de ocorrências no município é baixo, outro ponto levado em conta. A maior incidência de chamados é para sinistros na RS-118, porém, o quartel esteiense fica às margens da rodovia.
Segundo o chefe do Estado-Maior, o planejamento de fechamento foi feito em conjunto entre o coronel Daniel e o comandante do 8° BBM, tenente-coronel Darlan da Silva Adriano, para que nenhuma cidade ficasse sem o serviço. “Nós distribuímos as cotas de horas do mês e falta para todo mundo e, cada unidade, faz a sua gestão local. O trabalho feito pelos comandos foi inteligente”, detalha.
Darlan pondera que quando Sapucaia do Sul não tiver atendimento, Esteio estará com as guarnições em prontidão. “Durante a noite, por exemplo, é mais fácil de deslocamento porque o trânsito é menor e o tempo resposta é baixo e causa menor impacto à população.”

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