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Novo Hamburgo

Sem surto no Estado, vacinação contra febre amarela segue normal

Casa da Vacina, UBSs e USFs podem fazer a imunização no Município
Adriana Lima/ GES-Especial
Eduardo foi atualizar a caderneta de vacinação
Depois de identificados casos de febre amarela em Minas Gerais e no Espírito Santo, inclusive com quatro mortes já confirmadas, o assunto tem deixado diversos moradores em dúvida aqui na região. Alguns deles foram direto às unidades de saúde de Novo Hamburgo em busca de orientações sobre a doença. A Secretaria Municipal da Saúde observa, porém, que não há surto na região ou no Estado e que, desta forma, não há campanha de imunização. Assim, a vacinação segue apenas para as situações rotineiras. “É recomendado para as pessoas que vão viajar para o exterior ou áreas de risco ou para quem precisa pôr a caderneta de vacinação em dia, a partir dos nove meses de idade”, esclarece a auxiliar do Setor de Imunização de Novo Hamburgo, Marisa Alves.
Acompanhado dos pais e da irmã caçula, o estudante Eduardo Luiz Gomes Neto, 10 anos, foi imunizado ontem na Casa de Vacinas. “Ele teve uma alteração de pediatra e daí não tomou a dose dos 4 anos, então, trouxemos para cumprir a tabela da vacinação”, conta a mãe, Taciane Paula Farezin, 38. Com viagem marcada para a Bahia, o estudante Vinícius Schumacher, 30, também recebeu a dose. “Não tomaria se não fosse viajar”, explica.
Nos últimos seis meses foram aplicadas 5.233 doses na cidade, média de 872 aplicações por mês. Todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) e a Casa de Vacinas têm estoque. A dose não é recomendada para gestantes e para mulheres em fase de amamentação e tem validade de 10 anos.
No País
O Ministério da Saúde confirmou ontem quatro mortes por febre amarela silvestre (contraída em área rural) em Minas Gerais. Outras quatro estão em análise de finalização do diagnóstico para descartar outras possibilidades. Neste Estado ainda há 53 mortes suspeitas prováveis por febre amarela. Já o Espírito Santo notificou a existência de seis casos suspeitos da doença em quatro cidades. Além dos dois Estados, Bahia e Rio de Janeiro também reforçaram a vacinação.
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