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Derrota na Serra

Sorte esbarrou na arbitragem e Inter perdeu para o Juventude

Com gol de pênalti mal assinalado, Ju fez 1 a 0 no Colorado no Estádio Alfredo Jaconi

Ricardo Duarte/Inter/
Inter de Nico López não conseguiu segurar o Juventude
Uma dose de sorte e Danilo Fernandes. É o que define o Inter nesse começo de Gauchão e deu a tônica pro jogo deste domingo, contra o Juventude, em Caxias do Sul. Mas nem toda a sorte do mundo dura pra sempre. Principalmente quando a incompetência da arbitragem acaba selando o péssimo desempenho de um time sem muita criatividade no ataque e com pouca competência na defesa. Seria quase um milagre ter conquistado um ponto em um empate chorado que deve-se também em grande parte à falta de qualidade no ataque do Juventude. Milagre não. Danilo. Que goleiro meus amigos... O defensor colorado é de uma garra única e, se depender dele, não passa nada pela defesa. Mas o pênalti mal marcado pelo juiz Diego Real no finalzinho da partida é punição do destino para uma equipe que preferiu se acomodar com um empate em 0 a 0 e sequer tentou mudar o resultado. Acabou perdendo por 1 a 0.

Dentro de casa, o Juventude, que era adversário direto do Inter na busca por uma vaga para a próxima fase do Gauchão, pressionou com força desde os primeiros minutos. Logo no começo, obrigou Danilo a pegar três chutes perigoso em uma confusão na área colorada. As coisas não melhoraram com o passar dos minutos. Rapidamente, o time da Serra Gaúcha aprendeu que William, na esquerda, era o corredor perfeito para chegar nas costas da defesa e abusou da jogada, principalmente no segundo tempo. Em uma jogada inacreditável, o Juventude chegou com força e Paulão parou para reclamar de impedimento ao juiz. O ataque do Juventude aproveitou a oportunidade e Caion chutou cruzado, Caprini tentou de calcanhar e tirou Danilo da jogada, mas Bruno Ribeiro (e aí é que vem a dita sorte do Inter) isolou a bola pela linha de fundo.

O Inter ainda teve Charles expulso por falta, mas, incrivelmente, ao invés de se retrancar e esperar o fim do jogo, a saída do volante fez a equipe se organizar e ter as melhores chances do jogo. Brenner quase marcou, mas não conseguiu uma boa conclusão. Aí, lá nos acréscimos, a sorte cobrou seu preço. Em confusão na área, uma cabeçada de Fael bateu no peito de Junio que pulou com o braço levantado. O personagem do jogo então se revelou, como uma carta coringa escondida na manga de um jogador de poker profissional. O juiz viu um pênalti onde ninguém mais viu. Foi alertado pelo bandeirinha, se consultou com restante do trio, foi pressionado pelos jogadores. Mas preferiu manter o erro e, depois de quase 5 minutos de enrolação, confirmou o pênalti. Tadeu tirou Danilo da jogada com um chute no canto e deu a vitória para o Ju, acabando com a sorte que teima em acompanhar os incompetentes.

JUVENTUDE

Douglas Silva; Vidal, Wanderson, Ruan e Pará; Fahel, Sananduva, Bruno Ribeiro e Taiberson (Murilo); Caprini (Dieguinho) e Caion (Tadeu). Técnico - Gilmar Dal Pozzo.

INTER

Danilo Fernandes; Alemão (Junio), Léo Ortiz, Paulão e Uendel; Charles, Rodrigo Dourado, William e Roberson; Nico López (Carlos) e Brenner (Valdívia). Técnico - Antônio Carlos Zago.

DETALHES

Local - Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Arbitragem - Diego Real, auxiliado por Rafael Alves e Leirson Martins.


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