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Carne Fraca

Temer anuncia fiscalização em frigoríficos citados em investigação da PF

Temer comunicou que o Planalto decidiu acelerar o processo de auditoria dos estabelecimentos

José Cruz/Agência Brasil
O presidente Michel Temer se reúne com ministros e representantes de frigoríficos para falar sobre a operação Carne Fraca
O presidente Michel Temer anunciou neste domingo (19), durante uma reunião com embaixadores de países que importam a carne brasileira, que haverá uma "força-tarefa" para fiscalizar os frigoríficos alvos da operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF)

"Quero fazer um comunicado aos senhores que, naturalmente, peço que transmitam aos seus governantes. Nós tomamos várias deliberações no dia de hoje. A primeira delas é que decidiu-se acelerar o processo de auditoria nos estabelecimentos citados na investigação da Polícia Federal que são, na verdade, 21 unidades no total. Três dessas unidades foram suspensas e todas as 21 serão imediatamente colocadas sob regime especial de fiscalização a ser conduzida por força-tarefa do Ministério da Agricultura", declarou Temer aos participantes da reunião.

Convite para amenizar clima do encontro

Michel Temer afirmou também durante o encontro que o escândalo da carne se limita a poucos estabelecimentos e convidou embaixadores para jantar em uma churrascaria de Brasília. "Quero convidar todos, para que possamos sair daqui, (...) a uma churrascaria, para comer a carne brasileira", declarou Temer no início da reunião com os diplomatas. "Se os senhores nos derem essa honra, ficaremos muito felizes", acrescentou.

Mais tarde, nas redes sociais o presidente registrou o encontro com os embaixadores em um jantar.

A operação

Deflagrada na última sexta-feira (17), a operação investigou o envolvimento de fiscais do ministério em um esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos.

Foi descoberto que funcionários de superintendências regionais recebiam propina para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem fiscalização.

Mais de 30 pessoas foram detidas até o momento, três frigoríficos foram fechados temporariamente e 21 estabelecimentos estão sob investigação. Além da gigante BRF (dona das marcas Sadia e Perdigão), entre as empresas investigadas figura a JBS, líder mundial no mercado de carne, dona das marcas Big Frango, Seara Alimentos e Swift, entre outras.


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