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Aos oito anos

Menino de Sapucaia disputa campeonato brasileiro de xadrez

Raykon Taketa sonha com uma vaga no mundial de xadrez em agosto em Minas Gerais

Diego da Rosa/GES
CAMPEONATO: medalhas e troféus do pequeno enxadrista Raikon
A rapidez com que raciocina cada jogada e move as peças no tabuleiro são dignas de quem tem na bagagem anos de experiência no xadrez. As medalhas e troféus trazidas após cada competição reforçam isso e, por um momento, destoam quando o enxadrista em questão tem apenas 8 anos e descobriu o jogo por acaso.

A história é a do estudante sapucaiense Raykon Shizuka Taketa. Aluno do terceiro ano na Escola Municipal de Ensino Fundamental Marechal Bittencourt, Raykon começou a jogar por curiosidade aos seis anos e participa, nesta sexta até domingo, de uma das competições mais importantes do currículo dele até agora: o Campeonato Brasileiro de Xadrez Infantil, em Brasília, no Distrito Federal.

Mestre

Para o pequeno, a competição é um degrau a ser vencido no caminho para o sonhado mundial, já que os três primeiros colocados no brasileiro garantem vaga para a competição, em agosto em Poços de Caldas, Minas Gerais. Se conseguir a classificação, Raykon ganha ainda o título a candidato a mestre da categoria.

Para o pai do garoto, o fotógrafo criminal Marcelo Kenzo Taketa, 38, a trajetória do menino é motivo de orgulho. “Tinha comprado o xadrez para aprender a jogar junto com o meu cunhado, que morreu em um acidente de trânsito dias antes de iniciarmos nossos treinamentos. Minha esposa acabou guardando o jogo junto dos brinquedos do Raykon. Quando ele descobriu, me pediu para ensinar ele a jogar”, lembra. 

Além dos ensinamentos do pai, o menino contava com jogos virtuais para aprender as regras.O gosto pelo jogo foi tamanho que Raykon até mudou de escola para poder se aperfeiçoar ainda mais na modalidade. Depois de conhecer a proposta da escola Marechal Bittencourt, que tem o xadrez como atividade nas aulas de educação física e também no contraturno escolar, Raykon deixou o colégio particular onde estudava. Desde o início deste ano passou a frequentar a escola municipal, no bairro São José.

Xadrez divide espaço com brincadeiras

A modalidade preferida do pequeno Raykon é o xadrez rápido, cuja algumas partidas chegam a durar apenas 15 minutos. Ele alia brincadeiras, estudos e a torcida pelo time do coração: o Internacional. “Gosto muito de brincar de espada também. Meus amigos não se interessam em aprender xadrez, porque para eles o jogo é difícil.”

Sem idade certa para aprender

Professor de Educação Física na escola Marechal Bittencourt, Iguatemi Siebra, conta que não há idade certa para iniciar o aprendizado do xadrez. “É um jogo que auxilia no raciocínio lógico, na tomada de decisão e na responsabilidade social.” O projeto é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação há cinco anos.


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