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Evento reúne os apaixonados por carros antigos no Caí

1º Encontro de Volks acontece no Paradouro SIM Retrô

  • O hamburguense Leandro Ávila levou seu Fusca ano 72 para o evento
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • 1º Encontro de Volks também teve mercado de pulgas
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • 1º Encontro de Volks também teve mercado de pulgas
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • 1º Encontro de Volks aconteceu Paradouro SIM Retrô, em São Sebastião do Caí
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • O designer de calçados Edson de Oliveira participou do evento com sua 'sereia azul'
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
  • Adélcio e sua relíquia
    Foto: Juliana Nunes/GES-Especial
O Paradouro SIM Retrô, em São Sebastião do Caí, ficou repleto de carros antigos. O 1º Encontro de Volks acontece neste sábado (17) e reúne entre as relíquias, Fuscas, Kombis, Diplomatas e Variants. O público pôde conferir também diversas atrações, como mercado de pulgas, música ao vivo, sorteio de brindes e troca de óleo com valores promocionais. “A rede SIM tem 116 unidades e o primeiro projeto retrô é este em São Sebastião do Caí. A ideia é usar este espaço para encontros como este e valorizar os carros antigos. Queremos fazer dois eventos grandes por ano”, conta o gerente de área da região do Caí, Ari dos Santos Pereira.

Todos os carros expostos chamavam a atenção pela beleza e cuidado. Entre eles, os fuscas do construtor Paulo Ricardo München, 53, de Novo Hamburgo, e do motorista de ônibus de São Leopoldo, Leandro Silveira de Avila, 49. “Estou no Clube do Fusca há um ano meio. Quando eu era solteiro também já tinha tido fuscas. Este é de 83. Mantenho ele todo original, inclusive com a placa preta”, diz München. Já o hamburguense tem um fusca ano 72 e também se orgulha do veículo. “Ele está na família há 40 anos, era do avô da minha esposa. Estou sempre mudando o estilo dele, agora ele está mais retrô com ar de enferrujado e com as malas em cima”, relata Avila.

Sereia

A Kombi azul do designer de calçados Edson de Oliveira 59 também faz sucesso no Encontro de carros da Volkswagen. Chamada por ele de Sereia, a Kombi foi totalmente adaptada. “Meu pai tinha um Kombi e saía com ela para vender balas, eu adorava ir com ele. O apelido do meu pai era sereia e fiz esta homenagem para ele. Os vidros vieram da Alemanha, o teto abre e o banco de trás vira uma cama. Fiz de uma forma para que eu pudesse acampar e viajar bastante com ela. Na quinta-feira vou para o Uruguai com o Clube do Fusca”, diz Edson, que nem pensa em se desfazer do veículo. “Já tive propostas até de pessoas de outros países, mas não gosto nem de ouvir para não querer pensar nisso. Quero deixar a Kombi para meus filhos”.


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