Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. João Corrêa, 1017 - Centro - São Leopoldo/RS - CEP: 93010-363
Fones: (51) 3591.2000 - Fax: (51) 3591.2032

PUBLICIDADE
São Leopoldo

Acusado de atear fogo contra a companheira é absolvido em júri

Crime aconteceu em fevereiro de 2000, no bairro Feitoria. Ministério Público deverá recorrer da sentença
12/10/2017 15:39 12/10/2017 15:39

Acusado de tentar matar a então companheira ateando fogo contra o corpo dela em fevereiro de 2000, Anilto José Trens, 50 anos foi absolvido em júri no Fórum de São Leopoldo na última terça-feira (10). Conforme a acusação, Trens teria jogado álcool sobre o corpo da mulher, de 56 anos e em seguida ateado fogo, fazendo uso de um isqueiro. O fato aconteceu em uma casa na Rua Jorge Schuch, no bairro Feitoria. A mulher teve 30% do corpo queimado. Por quatro votos a três os jurados decidiram a sentença.

De acordo com o responsável pela defesa do réu, o defensor público Lisandro Luís Wottrich, um dos fatos determinantes para o resultado foi o depoimento do filho do casal, hoje com 22 anos. “Ela demorou quatro anos e oito meses para denunciar ele à polícia. Fez isso somente depois que teve início a disputa do casal pela guarda do filho, na época com quatro anos. No júri a vítima foi ouvida e disse não ter certeza se havia sido o réu quem ateou fogo nela, mas o acusou de ser um péssimo pai de família. Sugeri que o filho fosse ouvido, algo que é previsto na lei e os jurados concordaram. O menino afirmou amar os dois e garantiu não ter sido o pai quem ateou fogo. Disse ainda que sempre admirou o pai e que aprendeu com ele a profissão de pedreiro”, comenta Wottrich.

“Os jurados, por maioria dos votos julgaram que o réu não foi o autor do crime. O réu e o defensor público sustentaram que foi a própria vítima quem ateou fogo no corpo e depois de um tempo registrou a ocorrência para prejudicá-lo em uma ação de disputa de guarda de um filho. O Ministério Público vai recorrer”, afirma o promotor Sérgio Luiz Rodrigues.


Jornal VS
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS