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450 pacientes na fila

São Leopoldo renegocia dívida para retomar exames de imagem na rede pública

Sidi - Medicina por imagem é a clínica responsável por cerca de 75% dos exames realizados na rede municipal de saúde
06/12/2017 19:23 06/12/2017 19:23

A Sidi é responsável por 75% dos exames de imagem na rede de saúdeSem realizar exames de imagem desde agosto, devido a uma dívida de aproximadamente R$ 4,5 milhões com a Prefeitura de São Leopoldo, a Sidi - Medicina por imagem, clínica responsável por cerca de 75% dos exames realizados na rede municipal de saúde, finalmente chegou a um acordo com a Prefeitura. Os serviços serão retomados ainda nesta semana.
Na negociação, ficou definido que o valor de R$ 1,976 milhão, correspondente aos anos de 2017, 2016 e 2015, será quitado em 16 parcelas. Esse montante se refere à dívida da rede municipal de saúde, e não inclui os exames realizados pela Sidi na Fundação Hospital Centenário. Apesar das dívidas, a casa de saúde não teve os serviços afetados.
Em novembro, a fila de pacientes em espera pelos exames de imagem chegou a 700 pessoas. Na época, a Prefeitura negociou com outras três clínicas (Rm Sul, Clínica Freitas e Clínica Wagner) para absorver parte da demanda da rede de saúde municipal. A estratégia diminuiu a fila de espera para aproximadamente 450 pacientes na cidade.

Prioridade

Agora, com as quatro clínicas que fazem exames de imagem para a rede municipal de saúde operando com 100% da capacidade, a expectativa da Prefeitura é normalizar a fila de espera até janeiro de 2018. “Estamos ligando para todos os pacientes e agendando de acordo com a gravidade da patologia. Pacientes que precisam de procedimento cirúrgicos, por exemplo, recebem prioridade”, explica o titular da Secretaria de Saúde de São Leopoldo, Fábio Bernardo.

Capacidade para realizar até 800 exames mensais

Com a retomada dos exames de imagem pela Sidi, a rede municipal de saúde terá capacidade de realizar até 800 exames de imagem mensalmente, de acordo com o secretário de Saúde, Fábio Bernardo. O tempo de espera na fila de espera, que chegou a quatro meses devido à paralisação do atendimento da Sidi, deve voltar aos habituais 30 dias. “Em dezembro, janeiro e fevereiro, a demanda sempre é menor, porque são menos atendimentos e menos procedimentos. Isso vai ajudar a normalizar a fila de espera”, explica.
Além da negociação dos valores referentes aos exames de 2015, 2016 e 2017, o acordo entre a Secretaria de Saúde e a Sidi prevê a contratação de exames com o valor máximo de R$ 50 mil mensais. “Esse valor foi estabelecido pela Prefeitura. É o limite que eles conseguem pagar por mês. Na parte teórica, está tudo certo, só falta alinhar na parte operacional. O gerenciamento do fluxo de exames ficará por conta da secretaria”, revela o diretor da Sidi, Wilson Madeira de Almeida.
Na primeira proposta da secretaria, que foi recusada pela empresa, a dívida seria quitada com parcelas iguais, se estendendo por mais de 7 anos. Na negociação, ficou acordado que o valor será quitado até 2019.

Sidi realiza mais de 50 exames

Responsável por 75% dos exames de imagem realizados pela rede municipal de saúde, a Sidi centraliza 51 modalidades de exame de imagem, pois é a única das quatro clínicas habilitadas capaz de realizá-los. Entre eles, estão as biópsias, ecografias, cintilografias, tomografias e ressonâncias magnéticas.
Diretor da Sidi, Wilson Madeira de Almeida afirma estar satisfeito com o fim da negociação. “Esse impasse não poderia continuar. Cada parte cedeu um pouco, houve proposta e contraproposta. Esperamos que o acordo seja cumprido”, diz. “A gente não tinha como continuar financiando a saúde da cidade, por isso paralisamos o serviço”, lembra.

Parcelamento em 16 vezes

 Na contraproposta da Secretaria da Saúde, que foi aceita pela Sidi - Medicina por Imagem, a dívida de quase R$ 2 milhões é parcelada em 16 vezes, com a primeira parcela ainda em dezembro de 2017. Serão três parcelas de R$ 250 mil, 10 parcelas de R$ 77.155,23, duas parcelas de R$ 150 mil e uma de R$ 154.923,21. A última parcela será paga em março de 2019.

Emenda para mamógrafos

 Como São Leopoldo não possui equipamentos próprios para realizar exames de mamografia, dependendo da terceirização do serviço, as secretarias de Políticas para Mulheres (Sepom) e de Saúde (Semsad) se uniram para buscar recursos para a compra de mamógrafos. A solução foi protolocar um pedido de emenda parlamentar para 2018, com o apoio do deputado federal Assis Flávio da Silva Melo.



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