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Niyama
Blog Niyama

Você está conectado consigo mesmo?

No yoga, falamos muito em dharma. Propósito. Você sabe qual é o seu?
19/01/2018 18:39 19/01/2018 18:55

Ao longo da semana, me deparei com um texto que me ajudou a entender muito uma sensação de desconforto com a qual convivi bastante em 2017.

O texto, de Gustavo Tanaka, enumera nove sinais para identificarmos se estamos desconectados de nós mesmos. No yoga, falamos muito em dharma. Propósito. Quando nos desviamos dele, muitos sinais aparecem: desconforto, situações dando errado repetidamente, auto sabotagem, sentimentos ruins.

O primeiro são oscilações de humor. Momentos e dias de euforia, amor e pensamentos positivos e outros de dor, sofrimento, angústia e pensamentos negativos. Veja bem, isso é normal no nosso dia a dia. Pode ser considerado um sinal quando essa oscilação é excessiva e ocorre com frequência. Quando estamos conectados com a gente mesmo, enraizados com nosso propósito e tranquilo com quem somos, oscilamos menos. Como diz o ditado, quando a raiz é profunda, a árvore não balança tanto.

O segundo sinal, segundo o texto, é lembrar menos dos sonhos. Eles costumam ser uma boa fonte de inspiração e criatividade e uma excelente representação do seu subconsciente. Quando lembrar deles, anote e reflita. Eles são muito influenciados pela rotina que você leva.

O terceiro sinal é a dificuldade para meditar. Muitas pessoas não tem essa prática inserida em sua vida, mas ela é excelente para acalmar o fluxo de pensamentos e trazer clareza mental e firmeza de propósito. E o mais irônico é que quanto mais dificuldade temos para meditar, quanto menos sentimos “vontade”, mais estamos precisando.

O quarto sinal é a aceleração. Eu costumo perceber isso quando percebo meu fluxo de pensamentos ou minha fala encadeando um assunto no outro, como se eu tivesse de resolver tudo em um minuto. Isso traz muita ansiedade e nubla minha visão de vida. Um ritmo saudável de produtividade e fluxo de ideias é ótimo. Mas viver acelerado não faz bem, não é saudável e traz ansiedade. E a ansiedade, segundo o texto, é falta de presença. Você está em outros lugares, e não no aqui e no agora.

O quinto sinal são conflitos com outras pessoas. Em um curso de yoga, ouvi da minha professora algo que procuro levar para a vida. Sua relação com as outras pessoas é um excelente termômetro para “medir”, digamos assim, seu contentamento e como é seu estado mental. Quando estamos mais conectados com a gente mesmo, conseguimos entender melhor o que a outra pessoa precisa ou o que quer dizer. Nos focamos menos em percepções errôneas do que os outros estão falando e fazendo e passamos, também, a gastar menos energia em conflitos que não levam a lugar nenhum.

Outro sinal é que percebemos mais o que o universo está querendo nos dizer. Nosso corpo fala muito conosco sobre como estamos nos sentindo, se estamos acelerados demais, se precisamos de descanso, se precisamos nos cuidar mais. E o universo também. Sabe aquela relação com determinada pessoa que, por mais que você, ou vocês, tentem, não dá certo de jeito nenhum? Talvez não seja para acontecer. Algo que sempre tento fazer (e ajuda muito) é pensar: o que esta situação está tentando me ensinar? O que posso aprender com isso? Quando estamos mais conectados, fica mais fácil ver as coisas assim.

Além disso, se nos desconectamos de nós mesmos, passamos a confiar menos na nossa intuição. E ela é sábia, e vem de dentro. Há também, normalmente, uma piora na saúde. Passamos a comer coisas que não são saudáveis, não temos vontade de fazer exercício, dormimos mal, temos menos disposição. E o corpo reclama e mostra as consequências dessa desconexão.

Em suma, a vida parece que não está encaixada. Quando mais eu me desconecto, mais bagunçada as coisas parecem ficar. Tarefas se acumulam, a energia diminui. Por isso, é preciso parar um pouco. Reexaminar. E, se necessário, recalcular a rota, um dia de cada vez, uma decisão por vez.

Tenha um ótimo fim de semana!

Fonte: Conti Outra


Jornal VS

Niyama

por Raquel Reckziegel
raquel.reckziegel@gruposinos.com.br

Mente. Energia vital. Autoconhecimento. Respeito ao corpo, aos próprios limites e ao mundo em que vivemos. A prática do yoga vai muito (mas muito mesmo!) além de meia dúzia de posturas de alongamento. O blog Niyama* surgiu justamente para apresentar um pouco desta fascinante filosofia de vida que se concentra não somente no corpo, mas em aquietar as flutuações da mente, curtir o presente e descobrir uma forma diferente de encarar a vida. Raquel Reckziegel é jornalista, trabalha na redação online dos sites do Grupo Sinos e pratica yoga há quase dois anos. (*Niyama é uma espécie de "código de conduta" que permite ao praticante olhar para dentro de si seguindo cinco conceitos: pureza, ou saucha; contentamento, ou santosha; austeridade, ou tapas; auto-estudo, ou svadhyaya; e devoção (ishvara-pranidhana).

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