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Eugenio Paes Amorim

Feliz 24 de janeiro, Brasil!!!

"Ocorre que as aves de rapina estão à espreita e não se mata o corpo sem matar a cabeça"
07/01/2018 06:55

Eugenio Amorim Eugenio Amorim é promotor de Justiça
epa1966@hotmail.com

Em recente viagem aos Estados Unidos, além do deslumbramento, especialmente com Nova York, pude recolher vários depoimentos de latinos lá residentes, mas um em especial me chamou a atenção: o relato de um venezuelano que trabalha na Uber.

Contou-me o rapaz que tinha um empreendimento muito bem sucedido em Caracas, que tinha crescido e formado patrimônio, que viajava pelo mundo e que, após o chavismo, tudo lhe foi roubado pelo governo, que empurrou sua família à miséria, fazendo com que ele fosse parar na capital do mundo, onde foi muito bem acolhido.

Quanto mais ele se estendia no relato, narrando que sequer papel higiênico seus familiares conseguem comprar, e que faltam mesmo os elementos mais básicos da cesta familiar, divagando sobre o aumento considerável de patrimônio de Nicolás Maduro e sua grei, bem como suas ligações com o narcotráfico, foi inevitável não pensar no Brasil.

Sim, porque ainda hoje, com toda a desgraça venezuelana, os políticos e militantes dos partidos de esquerda deste país insistem em apoiar o “companheiro Maduro”, sua forma de condução do governo, atribuindo os problemas terríveis dos venezuelanos ao capitalismo, ao imperialismo e blablabla...

A situação de corrupção dos líderes canhotos no governo, e sua inevitável ligação com a manutenção de um Estado gigante, que produz riqueza para os administradores e pobreza para os administrados, é muito parecida com a do Brasil, com a diferença apenas de que aqui houve uma salutar intervenção no processo de venezuelização do Brasil.

Ocorre que as aves de rapina estão à espreita e não se mata o corpo sem matar a cabeça. Some-se a isso um trabalho de provas muito bem feito pelos agentes públicos e o quadro está formado para o banimento e morte política do grande chefe do maior esquema de corrupção de todos os tempos, talvez na história não apenas do Brasil, mas do mundo.

Que no dia 24 de janeiro a Justiça seja efetiva e liberte o povo do câncer marxismo/corrupção!

E que depois disso, no final do ano, o povo saiba escolher pessoas que mudem o sistema, pois não basta mudar nomes.

O Brasil precisa crescer e ser alvo de investimento e geração de empregos. Com um Estado menor, menos empreguismo, mecanismos fortes de prevenção e combate à corrupção, educação não ideológica, austeridade e tolerância zero com a criminalidade, temos tudo para nos tornarmos uma grande nação. A fórmula é simples e depende de nós.


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