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São Leopoldo

Inquérito de caso de mulheres enterradas em casa deverá ser remetido na próxima semana

Ossadas foram descobertas em 22 de setembro e suspeito preso dois dias depois
12/01/2018 16:08 12/01/2018 16:09

Polícia Civil/Divulgação
Ossadas foram descobertas em 22 de setembro e suspeito preso dois dias depois
O titular da Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH) de São Leopoldo, o delegado Vinícios do Valle, deverá remeter à Justiça na semana que vem o inquérito do caso das duas ossadas femininas encontradas enterradas dentro de um dos cômodos de uma casa no bairro Fião. As ossadas foram descobertas no dia 22 de setembro do ano passado no imóvel localizado na Rua Clemente Pinto. A polícia acredita que elas sejam da dona da residência, Ingeborg Crisoldi Knorr da Fonseca, 55 anos, e de uma ex-inquilina do local, Michele Carolina Canabarro, 34 anos.

O laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP) com a confirmação das identidades, no entanto, ainda não foi emitido. O principal suspeito do crime, Antônio Marcos Delgau dos Santos, de 42 anos, que era namorado de Michele, foi preso preventivamente por agentes da DPH dois dias depois da descoberta dos ossos. Ele foi detido em uma casa no bairro Campestre. À polícia o preso não confessou as mortes. Com ele, os policiais apreenderam cartões bancários das duas mulheres. “Ele assumiu que sacava mensalmente a aposentadoria de Ingeborg, que era de R$940. Também afirmou que se passava por Michele nas conversas pelo WhatApp dela com familiares”, diz o delegado. 

A polícia foi acionada por vizinhos de Ingeborg. Um deles, que alimentava os animais dela também acabava cuidando da casa, que teria ficado aberta desde o sumiço da proprietária. Ao entrar na residência, ele desconfiou de uma alteração no assoalho, além do mau cheiro que exalava do local para a rua e acionou a polícia. Com o auxílio dos bombeiros, agentes da Polícia Civil escavaram o local durante todo o dia e encontraram as ossadas. Elas estavam em um dos quartos a aproximadamente um metro do chão. Os corpos, que estavam um sobre o outro, foram ocultados por roupas e cobertores. Segundo conhecidos, desde 2015 Ingeborg alugava peças da residência ao casal, formado por Michele e pelo suspeito preso. As duas mulheres estão desaparecidas desde o início de janeiro do ano passado. Já o suspeito segue recolhido no sistema prisional.


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