Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.
VOLTAR
FECHAR

Av. João Corrêa, 1017 - Centro - São Leopoldo/RS - CEP: 93010-363
Fones: (51) 3591.2000 - Fax: (51) 3591.2032

PUBLICIDADE
Hardware

Entenda a falha em chips que ameaça computadores e celulares

Problema afeta principalmente empresas, mas usuários devem ficar atentos
04/01/2018 17:28 04/01/2018 17:29

Reprodução
Ilustração do interior de um chip da intel, que admite uma falha de segurança, embora aponte que outras marcas também estão sujeitas ao problema
Diante da divulgação de uma série de falhas de segurança que pode permitir que hackers roubem informações sensíveis de dispositivos de computação contendo chips da Intel, da Advanced Micro Devices (AMD) e da ARM Holding, usuários devem ficar atentos. Especialistas alertam que é preciso fazer atualizações nos sistemas operacionais de computadores, laptops e celulares, além de revisar constantemente o programa antivírus. Nem todas as atualizações estão prontas ainda para evitar essas falhas específicas de segurança, mas o usuário pode usar o que já existe disponível e assim reduzir seus riscos.


Os microprocessadores ou chips são os sistemas eletrônicos mais básicos por trás de aparelhos como computadores e celulares. Eles transferem dados de um lado a outro dos dispositivos e, se há problemas de segurança, outras pessoas podem ter acesso a essas informações. Pesquisadores do Projeto Zero, da Alphabet, empresa controladora do Google, descobriram duas falhas em conjunto com acadêmicos e pesquisadores do setor em diversos países.

A primeira, chamada de Meltdown, afeta chips da Intel e permite que hackers ultrapassem a barreira do hardware entre aplicativos executados pelos usuários e a memória do computador, potencialmente permitindo que hackers leiam a memória de um PC e roubem suas senhas. A segunda, chamada de Spectre, afeta chips da Intel, AMD e da ARM e permite que hackers potencialmente manipulem aplicativos antes sem erros a fornecer informações confidenciais.

Especialistas têm afirmado que usuários domésticos não devem entrar em pânico, mas recomendam atenção redobrada nas atualizações e no programa antivírus.

Arte Reprodução
Hackers poderiam se aproveitar das falhas e invadir sistemas, alertam especialistas
A gigante da tecnologia Intel admitiu uma falha em um de seus chips que pode permitir o acesso de hackers a dados armazenados nos sistemas dos computadores mais modernos, mas garantiu que o risco é mínimo. A Intel emitiu o aviso em meio a uma onda de críticas, após especialistas descobrirem o que foi descrito como uma "falha" que poderia permitir o acesso à informação privada em computadores e na Web.

O grupo qualificou de "incorretas" as informações sobre um "erro" ou "falha" exclusiva de seus produtos. "Com base em análises realizadas até esta data" foi constatado "que muitos tipos de dispositivos informáticos - como processadores e sistemas operacionais de diversos provedores - são suscetíveis a estes defeitos", admitiu a Intel em seu comunicado. "A Intel acredita que estes defeitos não têm potencial para corromper, modificar ou apagar dados".

O grupo destacou que está trabalhando com seus concorrentes AMD e ARM Holdings, que desenvolvem sistemas para aparelhos móveis, e com os fabricantes de software "para desenvolver um enfoque de toda a indústria para resolver a questão de forma rápida e construtiva". O presidente-executivo da Intel, Brian Krzanich, disse à CNBC que "basicamente todos os processadores modernos, em todas as aplicações", usam este processo conhecido como "memória de acesso".

Jack Gold, analista independente, garantiu que Intel, AMD e ARM lhe informaram sobre o tema e garantiram que as preocupações são exageradas. As empresas se concentraram no problema após "alguns pesquisadores encontrarem uma forma de utilizar a arquitetura existente para acessar áreas protegidas da memória de computadores e ler alguns dados", revelou Gold.

Segundo alguns especialistas, qualquer solução que passe pelo software deve deixar mais lentos os sistemas, em ao menos 30%.



Jornal VS
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Capa do dia

FOLHEIE O SEU JORNAL PREFERIDO NA TELA DO SEU COMPUTADOR.

ACESSE ASSINE AGORA
51 3600.3636
CENTRAL DO ASSINANTE

51 3591.2020
CENTRAL DE VENDAS DE ASSINATURAS