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Blog do Thiago Padilha

Políticos de São Leopoldo analisam crise em Brasília

Prefeito de São Leopoldo defende eleições diretas.

A crise política que se instalou no governo do presidente Michel Temer (PMDB), depois que ele foi gravado dando aval para comprar o silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB) repercute nos políticos do Município.

“É um escândalo, uma vergonha, que abalaram ainda mais as estruturas do País e que vai acirrar a crise política e econômica”, afirmou o prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi (PT).  “Teremos desdobramentos prejudiciais ao nosso País. Nós do PT estamos convocando a militância de esquerda a se mobilizar e ir às ruas. Vamos exigir diretas já!”, ressaltou Vanazzi, que é presidente estadual do PT, reiterando: “Temer deve ter responsabilidade com o País e renunciar.”

Já a presidente da Câmara, Edite Lisboa, a Cigana (PSB), vê com preocupação a crise política. “Já tivemos o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT), cujo motivo até hoje é discutível. As acusações que recaem sobre o atual presidente Temer são gravíssimas e acaba retirando a legitimidade em relação às reformas políticas em andamento.”

Presidente do PMDB de São Leopoldo, Ari Borges dos Santos, o Portela, disse que está acompanhando as notícias. “Se estes fatos forem comprovados vamos ter a mesma posição que tivemos no impedimento da presidente Dilma. As denúncias são graves e não vamos apoiar irregularidades.”

Mais uma vez testemunha não depõe contra vereadora Cigana

Apesar do mandado de condução coercitiva, homem não foi encontrado pela Polícia Federal.

Mais uma vez a testemunha de acusação do processo contra a presidente da Câmara de São Leopoldo, vereadora Edite Lisboa, a Cigana (PSB), e a então chefe da Unidade Básica de Saúde (UBS) Padre Orestes, no bairro Santos Dumont, Rozelaine Pereira, por propaganda eleitoral irregular, não compareceu à audiência. Apesar do mandado de condução coercitiva determinar que a Polícia Federal levasse o homem até o Fórum, ele não foi localizado. Uma nova audiência será marcada pela Justiça Eleitoral.

Segundo o advogado de Cigana, Jefferson Oliveira Soares, foi a terceira tentativa de inquerir a testemunha, que é a autora da denúncia. "A outra pessoa ouvida ontem negou ter visto as acusadas distribuindo material de campanha para os usuários da UBS Padre Orestes", ressaltou o representante, destacando que a declaração reforça os argumentos da defesa. 

A prática se enquadraria no artigo 299 do Código Eleitoral por “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto”, combinada com o artigo 29 do Código Penal, que diz que “quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade”. A defesa de Cigana nega as acusações e diz que foi "armação política"

Maioria dos secretários de Link doou para campanha

Dos 13 titulares em Sapucaia do Sul, sete ajudaram com recursos financeiros.

Dos 13 secretários municipais de Sapucaia do Sul, sete contribuíram com a campanha eleitoral do prefeito Luis Rogério Link (PT) no ano passado. Deles, quem mais colaborou foi o secretário de Gestão Pública, Ademir Pereira, que doou R$ 13,1 mil. Ele só ficou atrás do próprio Link, que investiu R$ 79,8 mil e do vice-prefeito Arlênio da Silva (PMDB), que aplicou R$ 65 mil para o pleito.

Em quarto está o ex-prefeito Vilmar Ballin (PT), que doou R$ 11 mil. Os dados podem ser consultados na prestação de contas no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Também colaboraram o secretário da Fazenda, Roger Keller, com R$ 8 mil; o secretário de Desenvolvimento Social, Selvino Scheibel, com R$ 6 mil; o chefe de gabinete, Airton Ramos, e a secretária de Planejamento, Bernadete Konzen, com R$ 1 mil cada; e o secretário de Meio Ambiente, Alex Sandro Lima, e o diretor da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas, Juarez Verba, com R$ 500 cada. Foram mais de 80 colabores na campanha, somando R$ 269,3 mil.

O salário de secretário em Sapucaia do Sul é R$ 10.074,99.

Justiça manda Polícia Federal conduzir testemunhas contra a vereadora Cigana

Vereadora é acusada de propaganda eleitoral irregular.

O juiz da 51ª zona eleitoral, Daniel Neves Pereira, determinou nesta quinta-feira (11) que a Polícia Federal conduza as testemunhas de acusação à próxima audiência do processo contra a presidente da Câmara de São Leopoldo, vereadora Edite Lisboa, a Cigana (PSB). Por duas vezes,as testemunhas  não compareceram para depor contra a parlamentar e a então chefe da Unidade Básica de Saúde (UBS) Padre Orestes, no bairro Santos Dumont, Rozelaine Pereira, por propaganda eleitoral irregular.

A prática se enquadraria no artigo 299 do Código Eleitoral por “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto”, combinada com o artigo 29 do Código Penal, que diz que “quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua culpabilidade”. A defesa de Cigana nega as acusações e diz que foi "armação política". 

A denúncia

Em seu despacho, o juiz confirma que a denúncia preenche todos os requisitos formais e que o processo deve ser classificado no sistema da Justiça como ação penal. “Sustenta o Ministério Público Eleitoral, em síntese, que as denunciadas ofereceram e prometeram vantagem com o fim de obtenção de votos em favor da candidata Edite Lisboa Cigana, utilizando-se das dependências do posto de saúde municipal Padre Orestes em São Leopoldo para a distribuição de material de campanha da candidata, com a promessa de atendimento prioritário para pacientes em troca de votos”, aponta Pereira.

O magistrado diz ainda, no texto, que o MPE “alega, ainda, que ambas concorreram de forma moral e material no cometimento do crime, a primeira entregando material de campanha para ser distribuído aos eleitores dentro do posto de saúde e a segunda mantinha o material guardado dentro da unidade de saúde, entregando aos eleitores no momento dos agendamentos de consultas”.

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