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Blog Arquibancada

Novas e velhas novidades na apresentação aimoresista

Equipe já se prepara para a disputa da Divisão de Acesso de 2017.

Na tarde dessa segunda-feira (17), o elenco profissional do Aimoré se apresentou no Estádio Cristo Rei. Depois do escaldante vestiário e manifestações das lideranças do clube, os jogadores já subiram ao gramado para os primeiros treinos. Com menos de uma semana de movimentos, os jogadores já encararão o primeiro amistoso, já no sábado, contra o Tubarão. Pode ser em cima da hora, já que, muitos jogadores estavam parado. Mas desde os primeiros dias em São Leopoldo, Claiton demonstrou toda a vitalidade e ânsia em jogar e manter todo o grupo sempre em condições competitivas.
Base forte
Dos nomes que estiveram com a farda de treino do Aimoré, alguns experientes e muitos jovens. Destes, há uma situação em comum: a identificação com o clube. Muitos nomes estiveram no grupo que jogou a Copinha no segundo semestre de 2016 ou na base do clube. Patric, Diego Superti, Tiago Alemão, Brandão e Arruda são exemplos do legado que vem sido construído nos juniores, até o momento, comandados pelo técnico Arilson Costa e gerido por Lucas Kunrath. São atletas preparados e que podem contribuir bastante para Claiton.
Novas novidades
Com o perdão do pleonasmo utilizado no título desse tópico, mas não posso deixar de salientar uma surpresa grande. Dentre os jogadores que estiveram na peneira, esteve o volante Alisson, conhecido como Cabelo. O guri atuava pelo Novo Horizonte e já esteve entre os profissionais do Verdão de Esteio. O bom jogador foi contratado pelo Aimoré e já faz parte do grupo, diferentemente de outros que passarão por testes. Vi ele atuar diversas vezes pelo sub-20 da equipe e também pelo profissional e, mesmo em equipes na maioria das vezes com menos qualidade técnica, ele se sobressaia. Joga com a cabeça em pé e pode contribuir. Olho no Cabelo, ou melhor, no Alisson.
Velhas novidades
Se tem novas novidades, há também uma velha novidade que atende pelo nome de Faísca. Com mais de 100 jogos pelo clube, o identificado volante está de volta. Havia ainda a dúvida se o jogador ficaria em São Leopoldo ou iria para algum outro clube, mas no final das contas, o atleta fechou contrato e estará novamente com a camisa azul. Como brincam alguns torcedores, sempre tem que ter o Faísca ou o Toto no time do Aimoré. Para 2017, a regra permanece e o atleta segue pelo solo capilé.
Amistosos fortes
Como falei na introdução da coluna de hoje, o Aimoré já possui amistoso contra o Tubarão marcado. O mesmo já está firmado com o Grêmio, no dia 28 de janeiro. A partida pode ocorrer, inclusive, na Arena, de acordo com o técnico Claiton. Não terá barbada nesse início de ano. Acho interessante os duelos contra equipes prontas e com qualidade. Jogar contra time qualificado sempre instiga mais os jogadores. É notável a maior dedicação e vontade demonstrada. Agora, preciso acompanhar alguns treinamentos para poder grafar o futuro aimoresista. Ainda é cedo para candidatar o Índio Capilé a um dos maiores postulantes a uma das duas vagas à elite do Gaúcho.

Um pacote de contratações de presente e um Feliz Natal

Índio apresenta nessa quinta-feira (22) reforços para a disputa da Divisão de Acesso.

O presente de Natal para os aimoresistas chega na tarde dessa quinta-feira (22). Serão mais alguns jogadores apresentados para a disputa da Divisão de Acesso 2017. De acordo com o técnico Claiton dos Santos, devem vestir a camisa aimoresista às 15 horas, os goleiros Nicolas e Sidivan, o zagueiro André e Digao, além do meia Marco Antônio Jr. Longaray, que estava praticamente confirmado, pode não vir. O jogador teria mudado o pedido salarial, fator que não agradou a direção índia. Para o ataque, o dono da camisa 9 deve vir do Paraná. Enquanto esteve no estágio com o Atlético/PR, Claiton se “encantou” com um atleta local chamado Junior.
Contratações
Com um grande número de contratações, já é possível projetar uma espinha dorsal para a equipe aimoresista. Dentro das dificuldades e limitações financeiras do clube, vejo uma certa esperança em alguns nomes. A base da Copinha permanecerá. É bem verdade que as vitórias mais convincentes vieram sobre Sapucaiense e Novo Horizonte, que são times com pouca qualidade. Ou seja, embasar a competição para projetar o Acesso é um pouco pretensioso. Mesmo assim, vejo nomes interessantes.
Ritmo e prática
Levando em conta os nomes mais experientes como o zagueiro Renato, Élton, Diogo, o próprio Digao já enxergo um amparo no vestiário. Podemos também lembar dos rodados Marco Antônio e Thiago Correa, a qualidade do meia Flavinho e nomes da base que podem integrar o grupo como Brandão, Murilo, Tiago Alemão e Arruda. Assim, já é possível visualizar uma primeira concepção de time. Claro que, o conjunto só pode ser observado na prática e, alguns nomes com qualidade inquestionável precisariam chegar para ser essa cereja do bolo. Cedo para falar em grupo para subir, mas creio em uma possibilidade de luta, pelo menos.
Trabalho no gramado
Enquanto os passos da formação do elenco são percorridos, o roupeiro e faz tudo do aimoré Alex, com o auxílio do, agora também conhecido dos índios Coração, corre para deixar o gramado do Cristo Rei em melhores condições. Na semana passada, o corte da grama foi executado. Ao final de semana a furação do solo para absorver o adubo foi feito e também o trabalho manual para a retirada das leivas. Ontem, chegaram as novas mudas de grama, que já estão sendo plantadas, inicialmente, nas desgastadas áreas das metas dos goleiros. O trabalho seguirá na próxima semana.
Feliz Natal!
Essa é a última coluna antes do tradicional Natal, que será comemorado nesse final de semana. Além de festiva pela época do ano, essa é a 80º edição da Arquibancada sob meu comando. Deixo aqui então as minhas felicitações aos amigos leitores e, também, o agradecimento a todos que acompanham algumas das opiniões humildemente colocadas a debate por mim. Obrigado amigos e um Feliz Natal para todos!

Rebaixamento colorado e reforços chegando para o Aimoré

A queda do Internacional foi vista de perto pelo ex-aimoresista Mateus Norton.

Esse espaço é voltado para o esporte local. Dessa forma, não costumo citar muito a dupla grenal, no entanto, no dia em que os colorados amargaram a primeira queda do clube para a Série B, teve aimoresista testemunhando. Isso porque, no empate em 1 a 1 contra o Fluminense, no Rio de Janeiro, Mateus Norton, jovem de 20 anos, que saiu do Aimoré para o time carioca, debutou no banco de reservas do time das Laranjeiras. O volante não estreou, mas esteve entre o elenco profissional nesse domingo, o que já é uma vitória para o garoto.
Caminhada no RJ
O volante natural de Campo Bom, uma das únicas grandes notícias do primeiro semestre aimoresista que culminou com a queda do clube para a Divisão de Acesso, foi para o Flu com credenciais. No Cristo Rei, ele atuava como segundo homem de meio campo, chegando inclusive na área ofensiva com frequência, mas, no Rio de Janeiro, passou a atuar como primeiro volante. Na posição, o jogador foi titular e, por vezes, capitão do time. Com isso, o aproveitamento do mesmo já no estadual de 2017 era ventilada. O atleta tem a força e vitalidade característica dos gaúchos e estaria impressionando os cariocas. Menino simples, de qualidade e muita dedicação. Certamente com um bom futuro pela frente!
Novidades na aldeia
Entre amanhã e quinta-feira, mais novidades devem surgir no Estádio Cristo Rei. A semana passada iniciou com o acerto com nomes que já estiveram com Claiton na Copinha e, também, de novos jogadores como Renato Saldanha (zagueiro), Flavinho (meia) e Thiago Correa (meia). Já confirmados para a apresentação os meias Marco Antonio Jr, que estava no Boavista, no Rio de Janeiro e Rodrigo Longaray, que estava no Cerro Largo do Uruguai e atuou na aldeia em 2010. Além deles, os goleiros Nicolas Andrei Modinger, que esteve na aldeia no Gauchão deve vir para assumir a camisa 1 do índio, além de Sidivan Junior, que esteve com o Claiton também na Copinha. Faltaria ainda um terceiro arqueiro para o índio.
Não para por aí
Além desses primeiros atletas já apresentados, outras novidades podem desembarcar na aldeia. De acordo com uma fonte, um deles pode ser o meia Guilherme Less. Ele estava no Tubarão, equipe que subiu para a elite catarinense nesse ano e que era treinada pelo Mabília. Ele é conhecido como Cacique e teve passagem pelo 15 de Novembro e Internacional. Essa foram algumas informações que obtive sobre o garoto de 21 anos. Faltam ainda nomes fortes para o ataque e também algum zagueiro que chegue pronto para jogar.
Copa São Paulo
Com as dificuldades em entrar no mercado com força, devido aos recessivos problemas financeiros do Aimoré, alguns atletas podem vir da base. Para isso, ainda na semana passada, Claiton me confirmou que irá a São Paulo conferir os guris treinadoso por Arilson Costa. A equipe, que está treinando já com o foco na competição, viaja no dia 1º de janeiro. Dali, muitos nomes podem contribuir para a Divisão de Acesso ou, até mesmo com os cofres índios, como no caso do Mateus Norton, citado no início da coluna. Independente do rumo, o lucro para a instituição capilé e a exposição é positiva.

A mão Chapecoense

Edição da coluna de hoje fala um pouco do drama multiplicado no coração dos apaixonados pelo futebol.

ChapecoenseEra sábado de manhã e perguntei para meu pai. Queria saber se iríamos ao jogo no domingo. Ele disse que não sabia. A vida não é nada fácil. Existem muitas contas para pagar. Gasolina e estacionamento, um lanche no decorrer da tarde. Quando a partida era mais importante, íamos cedo. Almoçávamos no entorno do estádio, conversávamos sobre a partida, discutíamos as escalações, criticávamos algumas contratações e ao mesmo tempo, torcíamos para estarmos errados. Essa era uma rotina que não me cansava. Assim como não me cansava ir ao campinho de futebol. Era aquela jogada tradicional, com goleiras de chinelo. Os “com camisa” contra os “sem camisa”. Ao final a também clássica união de moedas para refrescar o final dos duelos e o sentimento de dever cumprido.
Nunca pensei que essas duas adversidades pudessem ter tanto a ver. A paixão por vezes cega, mas meu sentimento pelo futebol sempre foi o amor. Os atletas vistos do estádio, exaltados a cada passe certo sempre me pareceram seres diferentes. Eles não podiam ser de carne osso.
Quando cresci, descobri que sim, eles possuíam elementos fisiológicos como os meus, com algumas nobres diferenças pela alta frequência de treinamentos. Respiravam, amavam, ficavam de mau humor e brincavam uns com os outros. Acima dos sentimentos, eles tinham grandes responsabilidades.
Carregavam nas costas, famílias inteiras. Carregavam nas costas, delegações inteiras. Carregavam nas costas, torcidas inteiras. E, carregavam no peito, instituições inteiras.
Longe das palavras desse diferente dia na coluna a ode aos simbolismos. O intuito é simplesmente explicar que o sangue que corre entre nós, da Arquibancada, é o mesmo que corre entre os fardados nas quatro linhas. O esporte nos ensina que o sol nasce para todos. As vitórias são saborosas, mas de nada valeriam se não fossem anestesiadas por empates e cicatrizadas por derrotas.
Nunca haveria uma seleção brasileira, um Barcelona ou um Real Madrid, se pelas vielas dos cruzamentos nas áreas não tivesse um Leicester ou uma Chapecoense. A vida se sobressai ao futebol, mas das entranhas do simples toque de bola, sai uma mensagem de união, um suspiro para quem acredita que um grito, uma tarde, uma noite maldormida e economias para ir atrás de um manto são esforços mínimos para que a vida siga a fazer sentido.
É muito mais que um esporte
é muito mais que muitas vidas
é um grande e profundo corte
são amostragens de guerreiros, que nunca serão esquecidas.

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