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Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

Viagem a convite da Nissan



Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

Viagem a convite da Nissan



Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

Viagem a convite da Nissan



Rumo aos primórdios do Brasil

Expedição da Nissan desbrava as belezas naturais do interior do Mato Grosso, colocando a Frontier a toda prova.


Cuiabá, MT - Sítios arqueológicos, formações geológicas de tirar o fôlego e trilhas off-road radicais. A Expedição Nissan: à procura do início do Brasil percorreu 900 km entre os últimos dias 24 e 26 para explorar algumas das riquezas naturais do Mato Grosso. Tudo para mostrar do que é capaz a nova Frontier.


Ao todo, 15 picapes participaram da aventura, levando jornalistas e equipe de apoio. Mais do que um simples test-drive, consistiu em uma aventura cultural, com a participação, inclusive, de dois arqueólogos: Caroline Bachelet, doutora do Museu Nacional de História Natural de Paris, e Levy Figuti, também doutor do Museu Nacional de História Natural de Paris e professor doutor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.


Várias unidades da nova versão de entrada SE 4x4 (R$ 150,9 mil) também estavam lá, encarando os mesmos desafios da topo de linha LE 4x4 (R$ 168,7 mil).


NÚMEROS


O Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, com 113,9 milhões de toneladas, perdendo apenas para os Estados Unidos. E o Mato Grosso é o maior produtor do País, com 30,5 milhões de toneladas. O Estado também é o maior produtor de milho do Brasil. Outro recorde detido pelo Mato Grosso é o do número de cabeças de gado: 30 milhões, cerca de 35% do total do rebanho brasileiro.




Acompanhe a seguir os detalhes dos três dias de expedição.


DIA 1


As 15 unidades da Frontier partiram ao raiar do dia 24 de um hotel no Centro da capital do Estado, Cuiabá, com destino à Serra das Araras. O grupo de 14 jornalistas de diversas regiões do Brasil foi acompanhado por uma equipe de apoio que incluiu até uma ambulância, para eventuais casos de necessidade, pois as extensões territoriais são imensas no Mato Grosso. E apesar da menor distância entre dois pontos ser uma reta, não teria graça percorrer apenas pelo asfalto os 60 km até o município de Jangada, na Fazenda Santa Elina, de 12 mil hectares, onde foram descobertas, em 1984, centenas de pinturas em paredões de rocha. Em meio a caminhos de estrada de chão, foram nada menos que 400 km para cumprir esse trajeto. Na fazenda, a recepção teve direito a pastel frito na hora e caldo de cana, a popular garapa (ou guarapa).

Uma carretinha foi doada pela Nissan para que os visitantes que não dispõem de veículos utilitários possam ser rebocados por uma picape ou caminhão. Afinal, para acessar o sítio arqueológico é necessário percorrer estradas vicinais não muito bem conservadas. Depois disso há uma trilha de 500 m em meio à mata que precisa ser percorrida a pé. Perneiras são item de segurança para minimizar os efeitos de uma eventual picada de cobra.


No início da tarde, uma parada para o almoço em um restaurante à beira da estrada. No cardápio, comidas regionais e até um churrasco assado na hora. Horas mais tarde, todos tiraram um tempo para visitar a Cachoeira do Pingador, pouco conhecida pelos turistas.

No final da tarde, hora de seguir até a Chapada dos Guimarães, formação rochosa que também dá nome à conhecida cidade turística de apenas 18 mil habitantes. A chegada à pousada que leva o sugestivo nome de Penhasco ocorreu já no início da noite. Hora de descansar e apreciar a bela vista, que tem ao fundo as luzes de Cuiabá, uma metrópole com 600 mil habitantes.

DIA 2

Depois de um café da manhã reforçado, a caravana seguiu bem cedo para a Fazenda das Perdidas, de 7 mil hectares, no município de Jaciara. O curioso nome tem explicação: nas décadas passadas, as vacas que eram levadas pelos tropeiros acabavam se perdendo no vale existente entre as montanhas. E é justamente neste vale que fica outro sítio arqueológico, que pode ser acessado com apenas 15 minutos de caminhada na mata. Fácil, diante das 12 horas necessárias para se chegar a outros sítios arqueológicos existentes neste Estado.

Ainda pela manhã, hora de um gesto de respeito à natureza: o plantio de mudas de ipê amarelo e rosa. O presidente da montadora no Brasil, Marco Silva, participou da ação. Como ninguém é de ferro, a seguir o destino era o almoço em um restaurante escondido no meio de uma fazenda. Foi a dona Deuza (grafado com Z mesmo) que preparou galinha caipira, peixe frito e carne de porco. Como sobremesa, melancia, laranja e goiaba. Ao passar pelas estradas internas da fazenda, as máquinas estavam a todo vapor colhendo a soja, grão que torna o Mato Grosso uma potência em área plantada e produtividade. A criação de gado é outra atividade de destaque, gerando uma saudável competição com o vizinho Mato Grosso do Sul.


A seguir, uma das mais belas atrações da expedição estava por vir: a visitação à formação rochosa Crista do Galo. O caminho até lá foi tão especial quanto a vista. A estrada estreita, repleta de buracos e desníveis, exigiu muitos dos recursos tecnológicos da Frontier, como a tração 4x4 e o Controle Automático de Descida (HDC), em que basta apertar um botão no console central para que o sistema freie o veículo, permitindo ao motorista tirar o pé do pedal e apenas guiá-lo. Foi em ocasiões como essa que a picape comprovou sua eficiência e a força do motor 2.3 turbodiesel de 190 cv de potência e 45,9 kgfm de torque.

Tudo sempre com muito silêncio a bordo. No final da trilha, é necessário vencer uma íngreme subida a pé para poder contemplar a Crista de Galo – as formações compõem uma figura que se assemelha à crista desta ave. A vista espetacular é para a Chapada dos Guimarães e uma tempestade que se aproximava no horizonte, com muitos raios, fez ecoar o estrondo dos trovões, aumentando o clima de aventura. A volta para a pousada ocorreu com muita chuva, totalizando 360 km neste segundo dia.



DIA 3

O terceiro e último dia começou com mais chuva, que no entanto parou antes da expedição chegar à sede do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Basta descer uma pequena escadaria para dar de cara com a Cachoeira Véu de Noiva, com seus 86 m de altura. Neste momento os mosquitos castigaram os expedicionários e o repelente se fez indispensável.

Após uma breve palestra sobre o parque, hora de conhecer a Cidade de Pedra. Uma trilha em meio ao serrado leva à beira dos precipícios da Chapada. De lá avista-se, sob outro ângulo, a Crista de Galo, que torna-se pequena diante da imensidão dos paredões.

Quarenta minutos de contemplação e muitas fotos depois, todos partiram rumo à última atração: um restaurante panorâmico de onde também se vê a chapada. Em um mirante mais abaixo, onde os ufólogos garantem tratar-se de um “aeroporto de discos voadores”, as picapes são estrategicamente posiciondas para a foto oficial. O retorno até Cuiabá marca o fim de uma aventura cultural inesquecível.

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