
Novo Hamburgo - A aplicação permanente de uma sobretaxa ao calçado chinês, medida há tempo defendida pelos calçadistas, ganhou reforço dos trabalhadores do setor. Nesta terça-feira, em audiência pública em Sapiranga, foi feito o ajuste no documento que será entregue em mãos ao governo federal.
Uma comitiva, formada por representantes de sindicatos dos trabalhadores, sentará nesta quarta-feira com equipes da Casa Civil e do Ministério do Planejamento para negociar a manutenção da taxa adicional - desde setembro último está em vigor a tarifa provisória de US$ 12,47. Prefeitos da região também estarão no Planalto, percorrendo diversos ministérios, com o mesmo intento. Organizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), a audiência reuniu sindicalistas, políticos da região e um técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "Em dezembro de 2008 mais de 24 mil trabalhadores perderam os empregos. Com a implantação da sobretaxa, recuperamos postos de trabalho", argumentou o presidente da CUT, Celso Woyciechowski.
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anonimo
Novo Hamburgo, 03/03/2010 às 05:15
Olha... Do jeito que esse pais anda, por mais que tente colocar taxas sobre os produtos asiaticos. Os outros já estam colocando o produto aí sem ninguem preceber! Eu moro na China e sei as maneiras que já estao sendo usadas para os produtos "chineses" entrarem ai!
Não adianta nada essas taxas!
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Jonatas
Novo Hamburgo, 02/03/2010 às 22:09
Mas se esta sobretaxa for extinta ferrou tudo... Assim com esta sobretaxa a invasão dos piratas, deu um folego a industria do Brasil... Viva Getúlio Vargas, ele sim criou as empresas para beneficiar o povo como era a Petrobrás, etc... Acorda Lula, e veja o que necessitamos para voltar a crescer.
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