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Antigamente | 10 de Agosto de 2011 - 21:55
"O corpo da velha igreja, recuada da rua principal, é uma sombra sanguinolenta. Digna, segue com a mesma silhueta de linhas retas, alta torre, esbelta, erguendo-se à frente do salão único. Paredes com escariola pintada e duas colunas que sobreviveram ao incêndio que a acometeu há anos." Leia a crônica completa no www.porteiradafantasia.blogspot.com... |
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Crônicas | 29 de Julho de 2011 - 15:52
"O que não está claro é porque o homem subiu na torre. Não se sabe se ele queria morrer eletrocutado numa espécie de apoteose ou se ele quer se jogar lá de cima. Não se sabe se ele tem uma razão para isso, se é que razão para isso há. Não se sabe nada, a não ser que em um belo dia de julho, o homem resolveu subir em uma torre de alta tensão e sentar-se lá. Não se sabe por que, mas vou dizer o que parece." Leia a crônica completa em "1.700 caracteres" no www.porteiradafantasia.blogspot.com... |
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Crônicas | 17 de Julho de 2011 - 18:23
Sento para tomar um café no shopping e quase ao mesmo tempo vejo passar uma menina vestida de Branca de Neve. É pequenina, redonducha e vai de mãos dadas com o pai e com a mãe. Sapatinho preto, meias brancas, saia amarela, blusa de corpo azul, tiara preta no cabelo, que não é tão negro quanto o desenho animado, mas quem liga para isso? Tampouco ela é tão branca quanto a neve e seu sorriso me diz que ela nada sabe sobre a tragédia da herdeira órfã, ameaçada de morte pela madrasta. A Madrasta semp... |
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Crônicas | 08 de Maio de 2011 - 20:03
Do alto da minha janela – nem tão alta assim – vejo telhados. Casas, sim, prédios, muitas janelas mas, fundamentalmente, telhados. De amianto, telhas de barro, zinco enferrujado, ângulos de 45º, como me ensinaram no curso de auxiliar de desenhista de arquitetura que frequentei no segundo grau, com calha, com recortes, simples meia-água com chaminé para a churrasqueira, quase sempre apagada. E sem querer, os telhados que protegem e resguardam, contam histórias. Aquele que está mais limpo, por... |