País - 16/03/2010 22h52
Atualizado em 10/04/2011 22h26

Brasil retrocede e não promoverá legalização do aborto

Este é um dos pontos polêmicos do programa de direitos humanos aprovado nesta terça-feira.


COMPARTILHE: Indique Orkut

Agência Efe

Rio de Janeiro  - O Governo do Brasil retrocedeu e decidiu não promover a legalização do aborto, um dos pontos mais polêmicos de um programa sobre direitos humanos aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informou nesta terça-feira o ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi.

O plano de direitos humanos, autorizado em dezembro passado, orientava o Legislativo a elaborar leis para descriminalizar o aborto, regularizar as uniões civis entre homossexuais e as questões relacionadas à investigação das torturas cometidas durante a ditadura militar (1964-1985).

Vannuchi explicou à Agência Brasil que o Governo desistiu do aborto e da tentativa de proibir a exibição de símbolos religiosos em prédios públicos, dois pontos polêmicos que foram duramente criticados pelo Episcopado.

Além disso, será eliminada uma proposta que sugeria a realização de audiências prévias aos julgamentos de conflitos agrários entre fazendeiros e movimentos sociais, o que gerou protestos dos sindicatos dos produtores agrícolas.

O Governo já havia modificado anteriormente a questão das torturas durante a ditadura e ordenou ampliar as investigações a todos os abusos aos direitos humanos cometidos na época, o que inclui os crimes cometidos pelos grupos extremistas de esquerda.

Tags/ palavras-chave:
crime , Brasil , governo , julgamento , protesto , sindicato





0 Comentários
Email:

Comentário
Caracteres restantes:
Concordo com os termos de uso.
Fechar termo
segurança

Não consegue ler a imagem? Clique nela para gerar outra.
Digite o código ao lado
* todos os campos são obrigatórios.
DE
* Nome
* E-mail
* Comentário
Caracteres restantes: 300
PARA
* Nome
* E-mail
segurança
Digite o código ao lado
* campos de preenchimento obrigatório.
Obrigado, seu comentário foi confirmado com sucesso.
Aguarde, que em breve, após moderação seu comentário será liberado.

Publicidade