

Novo Hamburgo - Foram transferidos neste sábado para a carceragem do Batalhão de Operações Especiais (BOE), em Porto Alegre, os dois soldados da Brigada Militar presos ontem por suspeita de participação em chacina no bairro Canudos, em Novo Hamburgo. A dupla foi interrogada até um pouco antes da meia-noite de sexta-feira e, segundo o delegado regional Mauro Vasconcellos, os depoimentos confirmariam o envolvimento no crime. A polícia também solicitou a prisão de outro policial, que também teria participação no crime, mas foi negada pela Justiça.
O crime - Em um casebre de madeira da Rua Chico Xavier, na Vila Marisol, no bairro Canudos, oito homens que se reuniam para fumar crack foram surpreendidos por dois homens armados. Eles procuravam uma nona pessoa que não estava no local. Diante da ausência, deflagraram mais de 20 disparos contra o grupo. Alguns foram surpreendidos enquanto dormiam. Três morreram na hora, o dono da casa, Paulo Roberto Mauss, 48 anos, Júnior Ferreira, 30, e Samuel Henrique dos Santos, 19. Ficaram feridos Diego Cornelius Leite, 27, Caio Pacelli Rodrigues Pereira, 23, todos socorridos ao Hospital Municipal. Na manhã de quinta-feira, Leite não resistiu. Outros dois ocupantes da casa, conseguiram saltar pela janela e fugir dos disparos. Um deles conta com proteção policial. Já o outro está desaparecido.
A suposta truculência de alguns policiais militares de Campo Bom no atendimento a ocorrências foi apresentada em aproximadamente 20 denúncias de abuso de autoridade e lesões corporais nos últimos anos contra pelo menos quatro PMs da ativa registradas na Delegacia de Campo Bom. Todos os casos teriam sido remetidos ao Ministério Público e algumas das vítimas chegaram a registrar queixa junto ao quartel da BM para que fosse instaurada uma sindicância ou inquérito policial militar. Segundo o titular da DP, delegado Pedro Vilmar Marques, somente em 2009 foram registrados quatro casos de abuso de autoridade e lesões corporais envolvendo brigadianos.
Foto: Rivelino Meireles/GES
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Fernando
Novo Hamburgo, 17/03/2010 às 12:26
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ZERO HORA
Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:27
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:27
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:26
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:26
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:26
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:26
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:25
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Novo Hamburgo, 15/03/2010 às 00:25
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J. ISIDORO
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 22:48
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j. isidoro brignol
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 22:43
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j. isidoro brignol
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 22:42
Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. penso que para escrever algo, criticando a justiça, estado até mesmo o jornal; o crítico tem que possuir pelo menos algum conhecimento no que está escrevendo.
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LAURA BECHER BRIGNOL
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 22:32
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yan rodriguez
Campo Bom, 14/03/2010 às 16:36
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Carlos
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 11:33
É preocupante a inèrcia do Estado em não excluir ou ao menos afastar PMs já na primeira denúncia de abuso, pois desta forma, além da sensação de impunidade que gera, influencia negativamenta os PMs que queiram desempenhar sua função honestamente.
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Bruna
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 10:40
meu primo morreu inocente tinha seu vício, mas nunca matou ninguém e não deixou de criar seu filho!a saudade é de mais....qero q a justiça seja feita o mais rápido possível...
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Eduardo
Novo Hamburgo, 14/03/2010 às 09:52
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francisco smidt
Novo Hamburgo, 13/03/2010 às 23:00
teremos detalhes da ação dos PMS, ou só os criminosos comuns tem suas confissões reveladas na mídia(não por ocultação dos jornais é claro). São crimes tão ou mais bárbaros, só que com criminosos pagos com nossos impostos.
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