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Bem-vindo ao Meu VS Interativo, um espaço privilegiado no qual você — cidadão-repórter — poderá compartilhar suas histórias através de textos, imagens e sons, interagindo com seus vizinhos e amigos da comunidade. Pelo Meu VS Interativo, você poderá mostrar sua visão particular sobre as coisas que o cercam. Reconhecendo o que é bom, alertando sobre o que poderia melhorar e fazendo parte da Rede dos Leitores do Jornal VS, à disposição de milhares de leitores/internautas da nossa região.
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30 de julho de 2010 - 08h44
Flores
"Flores...
Flores, belas flores.
Flores lembram amores...
Flores, belas flores.
Flores que já admirei.
Flores me lembram amores,
Amores estes que já amei.
Flores, belas flores.
Flores que já reguei,
Flores lembram amores que um dia já abandonei.
Flores, doces flores,
Flores que já perfumei,
Flores lembram amores,
amores estes que já conquistei
Flores, belas flores,
Flores que já sonhei.
Flores me lembram amores,
amores que um dia me encantei.
Flores, incontáveis flores.
Flores simbolizam amores,
amores, singelos amores, que um dia em minha vida AMEI".
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| Por Poetisa Ana, de Novo Hamburgo | Comente |
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30 de julho de 2010 - 00h42
Aniversário do Poeta Mário Quintana - 30.07.
Homenagem ao poeta Mario Quintana, pela data do seu aniversário: 30 de julho.
SONETO A MÁRIO QUINTANA
Leio Mário Quintana e A Rua dos Cata-ventos
me leva à infância de menino sonhador,
quando inda não pensava em mágoas e tormentos
que havia de sofrer ao procurar o amor...
Vejo os dias sem sol, frios e nevoentos,
tal a Londres longínqua envolvida em palor,
... (tudo esquecer talvez !)... os bons e maus momentos,
as horas de alegria e também as de dor.
A ruazinha é tão calma e sossegada; agora
minha imaginação ouve canções de outrora ,
e os lindos pregões da madrugada , me acordam...
Olho ao alto girar um cata-vento triste,
parece ser assim o último que persiste
de todos que, os de minha infância, hoje recordam !
IALMAR PIO SCHNEIDER
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Imagem: foto do poeta na Internet
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| Por menestrel sem juizo e loobo da estepe, de Porto Alegre | Comente |
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29 de julho de 2010 - 12h38
O Minimercado
Olá aos leitores, e a você Carlos Roberto! Bom respondendo ao seu comentário, eu nunca abri ou poderia abrir um minimercado, mesmo porquê meu atual salário não me permite juntar capital para tanto. Apesar de meu bisavô ter juntado uma considerável fortuna nos anos 30, 40 e 50, e meu tios-avós do segundo casamento dele, torrarem tudo não deixando dinheiro para três gerações, talvez eu hoje pudesse investí-lo em qualquer tipo de negócio, incluso o comércio.
É óbvio que se eu abrisse tal loja, não alugaria um prédio, eu compraria um terreno apto para a construção do mesmo. Não vejo lucro em alugar-se um edíficio, mas é claro que esse é um pensamento meu.
Obviamente, que de início das atividades, provavelmente eu teria de botar minha cara a tapa, e aguentar o suficiente para pagar despesas durante uns três anos, além de ter um capital de giro, investido para alguma necessidade(pagamento e contratação de funcionários, taxas, impostos, eletricidade e etc...).
Além é claro para atrair mais clientes, um bom serviço e um horário diferenciado, sem fechar ao meio-dia até às dez e meia da noite, por exemplo. Além do quê mais, para impedir quaisquer problemas com a vigilância sanitária, ou multas, adequação as normas de higiene. Um espaço propício que implicasse num acumulo de perecíveis e imperecíveis, em grande escala, para os padrões de um minimercado.
Quando o lucro começasse a vir, eu reinvistiria o dinheiro, em cursos com os funcionários, melhores salários e na loja.
Enfim, penso que de forma alguma eu faliria ou desistisse em seis meses, pois sou um teimoso de marca, e sei que implica o sacrifício de certos confortos pessoais à administração de um negócio.
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| Por Von Closs, de Novo Hamburgo | Comente |
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29 de julho de 2010 - 09h45
A força das palavras...
Ontem à noite, antes de dormir, estive me questionando sobre o peso das palavras na minha vida.
Na verdade, acredito que esse tipo de pergunta abrange uma vasta opção de respostas; por ser uma pergunta que a qual depende de uma resposta íntima de cada pessoa.
A minha resposta para esta pergunta não foi fácil. Tive que pensar sobre várias áreas da minha vida e repensar minhas atitudes. Enfim, encontrei uma resposta.
Minha resposta é que : "A Força das palavras" sobre minha vida é tão grande quanto sobre a vida de cada um que ouve tais palavras de minha boca.
Saber falar é uma arte que muitos não possuem. Muitas vezes desrespeitamos as pessoas, não somos gentis. Quantas vezes perdemos a oportunidade de fazermos alguém sorrir? Por vezes, a pessoa está triste, "não está num bom dia" e você perde a oportunidade de colocar um sorriso na face dela.
Acredite você ou não, as palavras possuem grande influência sobre a vida de cada pessoa. Sendo assim, faça sua parte, espalhe palavras positivas sobre a vida das pessoas e deixe o destino espalhar coisas boas na sua vida também!
Diga: EU TE AMO, EU TE ADORO, TE ADMIRO, VOCÊ ESTÁ LINDO(A) HOJE. Lembre-se que essas pequenas expressões podem melhorar (e mudar) o dia inteiro de uma pessoa.
Você pode não possuir a arte de falar com as pessoas, mas Deus lhe deu um coração cheio de amor e é seu dever compartilhar este amor com as pessoas a sua volta! Pense nisso...
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| Por Poetisa Ana, de Novo Hamburgo | Comente |
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28 de julho de 2010 - 18h47
Vida Longa
Vida longa!
Quero compartilhar com vocês alguns de meus pensamentos, mas confesso que me é desafiador conseguir organizar tais ideias, de modo a agradar pessoas críticas em leitura, e isso é ótimo!
Pensei em escrever mil coisas, mas o que mais me atrai no momento é fazer um review da minha história ao longo dos últimos anos, na verdade da nossa história! 1999: O Euro se torna moeda corrente em vários países da Europa, eu, me desafiva em uma nova oportunidade profissional. Nossa, quanta coisa aconteceu!
Ano 2000: Bush é eleito presidente dos EUA, numa eleição controversa. 2003: Lula assume a presidência da República do Brasil
2004: Atentado terrorista em Madrid e Tsunami na Ásia
2005: Estoura a crise do Mensalão em Brasília! Vivemos tudo isto, né?
2006: Este ano me pareceu meio vago, não tenho tantas lembranças, ah teve Copa do Mundo (mas o Brasil não ganhou), teve eleições, deixa pra lá este assunto, teve Bienal, e muito mais aconteceu. Pessoas nasceram, pessoas se foram, pessoas viveram.
2007: Madeleine, quem não lembra? A menina inglesa de 4 anos que desapareceu do quarto de um hotel em Portugal
E a crise mundial chegou ao ápice em 2008, como esquecer Isabele Nardoni? ou a renúncia de Fidel Castro? ou ainda a eleição do primeiro presidente negro dos EUA? A emoção de ter o Ouro pro Brasil nas Olimpíadas com Maurem Maggi . Lembrando dela, me veio a mente um momento com o Oscar, do basquete, que costuma criticar quem o chama de "mão santa" sabem por que? porque ele diz que não tem mão santa, mas mão treinada, enquanto seus colegas dormiam no hotel, embalados pela desculpa de não ter espaço para treinar, o Oscar ia para o estacionamento e improvisava. Tá aí a diferença.
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| Por jack, de Novo Hamburgo | Comente |
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28 de julho de 2010 - 14h56
ecochatos
Porque respeitamos a vida, a natureza, tudo ao nosso redor. Temos a consciência de que estão acabando com nossa casa, pensamos no futuro de nosso mundo, no futuro de nossas crianças. Será que elas verão o mar azul, os passáros voando sobre o céu, acreditando que um dia as nuvens foram brancas?
Para conservar devemos fazer uma revolução nas mentes e nos corações. Uma revolução na forma de pensar e no padrão de comportamento para com a Terra, uma revolução na concepção de desenvolvimento e de ciência e tecnologia. Está na hora de começar.
foto:Natália Winter |
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28 de julho de 2010 - 13h40
Altos e baixos...
Semana passada eu e mais umas amigas fomos almoçar. Na volta, me vi em frente a um hospital e vi algumas pessoas felizes e outras em outro "canto", chorando. Foi aí que percebi como as coisas mudam repentinamente e como a vida é diferente para cada um de nós.
Alguns provavelmente estavam comemorando o nascimento de uma criança ou algo assim; já outros estavam lamentando um acidente ou alguma tragédia.
Lembrei-me, então, de quando meu irmão esteve internado na UTI infantil, no período da páscoa, com queimadura de 3º grau em seu braço. Nos momentos em que estive com ele, quantas pessoas vi entrarem, alguns com doenças realmente graves...
Sabem, quando meu irmão de 6 anos se queimou este ano (2010), em uma pequena brincadeira, um lamentável momento que custou quase 2 meses de hospital e mais algumas marcas que jamais sairão de seu braço. Foi uma coisa que aconteceu em um dia qualquer que mudou a vida dele para sempre.
É... Bem que dizem que para morrer basta estar vivo...
Nunca sabemos o dia de amanhã, como as coisas podem mudar repentinamente. Estamos vivos agora, mas não sabemos se até o final do dia permaneceremos vivos.
Se tudo muda o tempo todo, cabe a você e a mim, que aproveitemos cada momento e segundo ao lado das pessoas, aprendendo nas quedas e nos fortalecendo ainda mais nas conquistas...
Lembre-se: Você pode morrer a qualquer instante - assim como eu. Mas ficarão pessoas por mais algum tempo aqui na terra que se lembrarão de sua (nossa...) existência e sentirão saudades. Então, façamos com que a lembrança destas pessoas seja realmente de uma saudade que é confortada pela pessoa que fomos e que espalhava alegria por onde passava.
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| Por Poetisa Ana, de Novo Hamburgo | Comente |
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27 de julho de 2010 - 14h47
Considerações
Pois bem o leitor Carlos Roberto, tem razão em um fundamento, os serviços de alguns dos minimercados são ótimos. Porém a maioria deixa a desejar. O pior são os horários, que são de amargar.
Fora este fato existem ainda, os fatores do preço que poderia sim, ser praticado de forma mais barata ao consumidor, tendo-se em vista a adoção de estoques de mercadorias em grande escala. Mesmo porque algumas das pequenas redes conta com mais de uma loja, neste caso minimercados.
Além disso muitos são precariamente instalados, o que só reforça a falta de interesse de alguns empresários do setor, em se criar um ambiente mais convidativo e agradável que atraia também mais clientes. Isto é fato.
Tanto que muitas vezes eu mesmo já deixei de comprar em alguns locais pelo péssimo aspecto que transparece o relaxamento e a falta de higiene. Duvidam? Convido os leitores a conhecer alguns estabelecimentos do setor, e verificar pessoalmente, os fatos.
Outros destes estabelecimentos são empresas familiares, onde não se investe em crescimento, contratação de pessoal ou melhora dos horários de serviço.
Nos Estados Unidos, a maioria dos smallmarts, funciona 24 horas. Aqui estamos longe desta realidade, ainda. Me surpreende que em pleno início de século tais mudanças não tenham chegado aqui ainda. Naturalmente existem fatores como a insegurança, que coibe o funcionamento destes serviços nos bairros, dentro destes horários.
Mas tenho fé que um dia chegaremos a este patamar.
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27 de julho de 2010 - 13h34
Crônica de Ialmar Pio Schneider
Direitos da Criança
Muito se tem falado sobre os direitos da criança, ultimamente. Ao procurarmos escrever sobre tema tão importante, sentimo-nos sob uma carga de responsabilidade das mais acentuadas. Se por um lado não é fácil discorrer a respeito do assunto, de outro, encontramos ânimo para fazê-lo, em vista de que fomos crianças e do que deveremos legar a nossos filhos.
Como principal direito da criança podemos colocar o da vida, sem o qual os outros não poderão existir. Sem dúvida, ao nascer, ela deverá ter todas as condições de sobrevivência a fim de que se desenvolva naturalmente. Em seguida, passemos ao direito de alimentação sadia, incluindo agasalho e abrigo satisfatórios, para que não venha a carecer destes elementos, e, por falta deles, até a perecer na tenra idade como é o caso da mortalidade infantil que ocorre em certas regiões do mundo.
Depois, chegamos à recreação da primeira infância, acompanhada do carinho dos pais e familiares. Aí, então, a criança aprende a amar, o que é deveras salutar na formação do ser humano. Por último, dentro dos limites destas notas, colocaremos o direito à educação. É necessário que a criança se prepare para enfrentar o mundo que a espera.
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Imagem da Internet
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| Por menestrel sem juizo e loobo da estepe, de Porto Alegre | Comente |
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27 de julho de 2010 - 12h24
Convênio com o IPE
Li sem surpresa a opinião da Sra. Luiza Gomes de Lima da Silva (p.3 - NH 27/07/10. Infelizmente essa é a realidade aqui em Novo Hamburgo. Coincidência a parte, essa semana coloquei um post no meu blog(www.amaieski.wordpress.com)intitulado "IPÊ e o IPE – Como está o seu IPE?" que remete justamente a dificuldade de se obter atendimento.
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| Por Angela Maieski, de Novo Hamburgo | Comente |
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