sexta-feira,
30 de julho de 2010
  São Leopoldo
Chove e esfria
 
MÁX: 21º
MIN: 11º
Twitter
Últimas
Cidades / Região
Ensino
Geral
Meio Ambiente
Mercado
Polícia
Tecnologia
E TAMBÉM
Gourmet
Turismo
Decoração
Viver com Saúde
Motores
Tecno
Esportes
Principal
Últimas Notícias
Regional
Estadual
Nacional
Internacional
Corneteia, torcedor!
  Notícias /Ensino
Educação | quinta-feira, 18 de março de 2010 - 21h45
Governo do Estado acena com diálogo para negociar propostas do magistério
Informação foi confirmada em reunião nesta quinta entre o secretário estadual da Educação e o CPERS.
Da Redação
Comente esta notícia | Letra 
Porto Alegre - No caso de haver necessidade, o Governo do Estado está disposto a retirar de pauta as propostas que estão em discussão, desde o final do ano passado, para abrir o processo de negociação salarial com o magistério gaúcho. Esse argumento foi apresentado pelo secretário estadual da Educação, Ervino Deon, durante audiência com a diretoria do CPERS-Sindicato, realizada nesta quinta-feira, no Centro Administrativo Fernando Ferrari (Caff), em Porto Alegre.

Deon assegurou que o executivo estadual está aberto a fazer concessões, visando à aprovação de novo piso salarial para os professores. Pelo projeto que está na Assembleia Legislativa, o piso passará dos atuais R$ 862,40 para R$ 1,5 mil. O valor representa aumento de 73% relativo ao patamar atual para 40 horas semanais, além de ser superior ao previsto na Lei do Piso Nacional do Magistério.

O CPERS reivindica reajuste de 23% no vencimento básico da carreira do magistério. O secretário explicou que um índice semelhante já foi concedido à categoria a partir do cumprimento da Lei Britto. "O Governo concedeu, nos últimos três anos, reajuste de 26,1% aos professores por meio da Lei Britto. Outro reajuste nesse patamar seria financeiramente inviável para os cofres do Estado", afirmou.

O secretário também propôs a criação de uma comissão para discutir mudanças no Plano de Carreira do Magistério. As alterações, segundo Deon seriam para estabelecer um piso e vencimento básico mais atraente à categoria. A presidente do CPERS, Rejane de Oliveira, rejeitou a ideia.

O sindicato não considera como reajuste o percentual referente à Lei Britto e recusou-se a discutir o piso de R$ 1,5 mil para os professores. Em resposta, Deon reafirmou que o Governo está priorizando, neste momento, o reajuste dos salários mais baixos da categoria. "Embora o CPERS não considere, o Governo concedeu aumento semelhante ao proposto pelo sindicato e agora busca aumentar o piso, estabelecendo reajuste superior ao valor previsto na lei do piso nacional", concluiu.

Com informações do Governo do Estado.

Tags/ palavras-chave:Estado, Porto Alegre, professores, sindicato, propostas, lei
ComenteComente ImprimirImprimir Enviar por e-mailEnviar por e-mail RSSRSS
   
RSS - Notícias
Siga o JornalVS no Twitter
Publicidade
Sites: Grupo Sinos | Jornal NH | Diário de Canoas | ABC Domingo | Jornal de Gramado | ABC Classificados | Rádio ABC 900 AM | Ziptop | BahDigital | exclusivo
Jornal VS/Serviços: Assine | prove e aprove | Programa de Fidelidade Ganhe Mais | Fale Conosco | RSS | PROMOÇÕES
© 2010 Grupo Sinos
Todos os direitos reservados. All rights reserved.