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Notícias | País Impeachment

Ricardo Lodi: 'não há crime antes de existir uma norma que preveja'

Depoimento da última testemunha de defesa foi encerrado pouco antes das 23h deste sábado

Última atualização: 28.08.2016 às 04:08
Durou quase três horas o depoimento do professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi, última das testemunhas arroladas pela defesa de Dilma Rousseff, que acabou depondo na condição de informante neste sábado (27).
Antes dele, havia falado por oito horas o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, que negou os crimes de responsabilidade.
Cerca de dezessete senadores pediram palavra a Lewandowski. O senador gaúcho Paulo Paim foi o primeiro a questionar o professor. Membros da defesa e da acusação discutiram um possível impedimento do depoimento de Lodi, mas foi indeferido o presidente do STF solicitou o andamento do processo.
Alguns tumultos foram verificados durante as pausas por questão de ordem, solicitados por Lewandowski. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) disse que Ricardo Lodi é um militante e por isso, não tem imparcialidade para ser informante no julgamento.
Lodi respondeu aos questionamentos dos senadores e citou ainda o artigo 4 da Lei Orçamentária para argumentar que não existe crime antes de existir uma norma para puni-lo.
O julgamento final do processo de impeachment será retomado na segunda-feira, às 9h, com o depoimento da presidente afastada.
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