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Flávio Fischer

Não se pode encher um balde cheio

"Você não pode avançar para o novo se ainda estiver agarrado no velho. Portanto, aceite e mude depressa"
29/04/2018 07:00

Flávio Fischer é tabelião e presidente da Fundação Semear
flavio@fischer.not.br

Quando a vida lhe pede para mudar, visualize claramente o que é necessário e mude sem resistir, amparando-se na crença de que toda a mudança é para melhor. O que estou falando parece fácil, mas eu sei por experiência própria que não é. É um exercício diário de brigar e se conciliar rapidamente com a vida. Claro! Não é confortável, especialmente para pessoas com jeito de viver, ideias muito cristalizadas e cheias de evidências de que o “sempre foi assim” é bem mais seguro.

Bom mesmo é a tal da estabilidade, um produto muito vendido e que somos orientados a perseguir desde crianças, mas que nunca é alcançado ou desfrutado na sua plenitude, simplesmente porque a vida não tolera acomodação. Estamos lá na nossa vidinha relativamente segura e estável e então lá vem ela... a tal mudança. Só que a ficha demora a cair e ficamos paralisados olhando para trás, lamentando aquilo que perdemos e que não é mais do jeito que foi. Isso é o apego. É nesse momento que entramos em sofrimento, produto do conflito e da resistência.

Mas por que não encarar uma mudança com lucidez como um degrau para revelações ainda maiores e oportunidades maravilhosas? Elas estão nos aguardando aceitar a proposta para que possam se manifestar. Você não pode encher um balde cheio; você tem que primeiro esvaziá-lo para depois enchê-lo novamente. Ou seja, você não pode avançar para o novo se ainda estiver agarrado no velho. Portanto, aceite e mude depressa.

Um bom começo é deixar de alimentar aquilo que faz mal a você e a todos os que vivem ao seu redor: pare de reclamar, pare de compartilhar notícias ruins que disseminam o medo, porque aquilo onde colocamos nosso foco tende a aumentar e ganhar poder. Coloque energia no seu autoconhecimento, na honestidade que ainda existe na maioria das pessoas, no poder de transformação que advém da união de esforços. Temos que parar de focar no que nos afasta da paz e botar todas as energias no que nos trará estabilidade novamente e ficar brigando com a mudança, insisto, não é o caminho.

Por fim, diante de qualquer bifurcação, você pode escolher dois caminhos: aquele cinza, onde a vida é uma guerra diária, cheia de conflitos emocionais, mágoas, lutas e preocupações ou você pode escolher o caminho colorido, que acredita que todo acontecimento é algo para o seu bem, pois te desafiará a ser mais inteligente, lúcido e efetivo, portanto feliz. Já disse Josias Gomes: “Lá na frente você entenderá algumas coisas que hoje você não entende, e provavelmente não aceita. Lá na frente você verá que aquilo que você julgou não ter dado certo, na verdade deu, pois resultou em um livramento. Lá na frente você olhará para trás e perceberá que tudo o que aconteceu, teve um propósito maior.” Então, porque sofrer?


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