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Emergência odontológica

UPA amplia assistência para fortalecer vínculo com a comunidade

IB Saúde, empresa que gerencia o atendimento na Unidade da Scharlau, tem planos de ampliar também outros serviços, como diagnóstico; mas o projeto depende de recursos financeiros
15/04/2018 08:46 15/04/2018 08:46

Susana Leite/GES-Especial
Comitiva da Prefeitura de São Leopoldo conferiu as instalações do novo consultório odontológico
Consolidar a UPA Zona Norte como referência de atendimento de urgência e emergência na cidade tem sido uma guerra. A gestão municipal luta para vencer batalhas, como a ampliação do serviço como a inclusão do pronto-socorro odontológico, inaugurado na última sexta-feira. Mas o maior dos inimigos continua sendo o recurso escasso. União e Estado, que, em tese, seriam os aliados na luta para fornecer serviços de saúde à população nem sempre correspondem com o repasse em dia.
O arsenal financeiro é custeado pelo governo federal, que se encarrega de 50% do valor gasto com a manutenção do serviço da UPA. O Estado tem o compromisso de custear 40% e o Município os outros 10%. “Hoje o problema é que o governo estadual está desde outubro de 2017 sem pagar o que deveria para a Upa. Estamos mantendo o serviço com a reserva de recursos da própria Upa, foi o que manteve o serviço em fevereiro e março”, explica o prefeito Ary Vanazzi sobre a estratégia para se manter um dos serviços essenciais à população.
Na noite de sexta-feira, enquanto conhecia o novo espaço odontológico da Upa, Vanazzi também falou sobre as tratativas para os próximos meses. O prefeito garante que a conversa com o governo do Estado continua para assegurar que não haja mais atrasos no envio da verba da Upa. “Mais que três meses não pode atrasar ”, alerta Vanazzi.
Atualmente a Upa custa R$ 1 milhão por mês. Segundo Vanazzi, o custo foi reduzido depois de ter sido feito novo contrato que tornou a Upa que era de porte 1 para porte 3. “Ela custava R$1,4 milhão por mês e passou a custar R$ 1 milhão”. A diferença de porte significa que, sendo de porte 3, a unidade tem capacidade de atender até 300 mil habitantes e amplia a quantidade de leitos para 15 de observação e quatro na sala de emergência. O fluxo de atendimento hoje na Upa Zona Norte chega a 10 mil pessoas.

Plantão odontológico

A partir de agora, de segunda a sexta-feira, das 16 às 22 horas, a Upa do bairro Scharlau dispõe de emergência odontológica. “Este serviço estava dentro do nosso planejamento para oferecer ao município a ampliação de atendimento na Upa”, explica o presidente da IB Saúde, José Eri Medeiros. O gestor da IB Saúde acrescenta que existem outros planos para incrementar o atendimento, mas que dependem de tratativas com o Município. Medeiros afirma que está nos planos da IB Saúde a ampliação só serviço de diagnóstico e exames como ecografias, por exemplo. Mas para que seja consolidado esse projeto depende de mais aporte financeiro para o custeio.

Desafio para consolidar

Embora a Prefeitura de São Leopoldo comemore os avanços, com o crescimento de 800 para 10 mil atendimentos mensais e a inauguração do serviço odontológico, ainda é necessário convencer a população a procurar o serviço médico de urgência e emergência no bairro Scharlau. A Upa é uma alternativa para o pronto-socorro do Hospital Centenário, centro de referência para os moradores que buscam o serviço acreditando no atendimento mais completo. Esse tem sido o motivo também da lotação constante dos leitos e demora no atendimento dos casos menos graves.
Para que a Upa possa competir em igualdade com a preferência da população a cidade precisa oferecer infraestrutura. Quando foi inaugurada a Upa, aquela região do bairro Scharlau era carente de transporte público. “Conseguimos ampliar as linhas de ônibus para o bairro, mas ainda precisamos de mais itinerários”, reconhece Vanazzi, ao garantir que Prefeitura segue em conversa com as empresas de ônibus para atender o bairro Scharlau.
A escassez de horários de ônibus também é reconhecida pela coordenadora da enfermagem da IB Saúde, empresa que presta serviço na Upa, a enfermeira Ana Paula Thiesen Leindecker. “Teríamos mais rotatividade de pacientes, em todos os horários, se houvesse ônibus até mais tarde, pois nem todo tem condições de usar outro meio e depende do ônibus”, considera. Segundo a enfermeira, os ônibus circulam até as 19 horas.


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