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Na Fenac

Feira da Loucura por Sapatos termina com crescimento nas vendas

Diretor-presidente da Fenac, Márcio Jung, afirma que já está se preparando para a feira de outubro
15/04/2018 18:13 15/04/2018 18:13

Susi Mello/Susi Mello/GES-Especial
Corredores lotados na Feira da Loucura por Sapatos
A Feira da Loucura por Sapatos terminou neste domingo (15) com corredores lotados nos pavilhões da Fenac em Novo Hamburgo. Sacolas cheias de compras e estandes movimentados com consumidores experimentando os produtos e enfrentando filas para o pagamento marcaram o último dia do evento. Foram 11 dias de feira, desde o dia 5. O diretor-presidente da Fenac, Márcio Jung, diz que, neste ano, o público comprou mais do que o ano passado. "Acreditamos que vamos chegar perto de 100 mil pessoas", destaca.

Filas nas portas de acesso, estacionamento lotado e expositores comemorando resultados foram ressaltados por Jung, que já está falando em novidades para a feira de outubro, que ocorre entre os dias 4 e 14, com foco na estação primavera-verão. "Nossa ideia é estimular ainda mais as caravanas de outras cidades e realizar duas edições do baile da idade de ouro para acomodar todos os participantes", exemplifica.

Neste domingo, famílias inteiras aproveitaram para fazer compras. O advogado Rafael Moreira de Lima, 39 anos, estava na feira pela segunda vez e não se importou de viajar horas de Rio Grande para a feira hamburguense. Sua mulher, a professora Cristiane Jaeger Lima, 39, acompanhada das filhas do casal, Letícia e Marina, de 11 e 6 anos, respectivamente, elogiou a qualidade e os preços dos produtos. "Na minha cidade é impossível encontrar botas por 60 reais e aqui tem", comentou.

Susi Mello/GES-Especial
Estandes lotados de consumidores

A funcionária pública aposentada, Teresa Nunes Silva, 67, de São Leopoldo, e as filhas, a analista de gestão de ativo Deise Nunes Silva e a funcionária pública Denise Nunes Silva, de 30 e 35 anos, respectivamente, carregavam sacolas cheias de produtos. O pequeno Arthur Silva Zeferino, de um ano e seis meses, filho de Deise, não resistiu e dormiu no carrinho. "Chegamos às 11 horas, pois antes do almoço é mais tranquilo", comentou Deise, acrescentando que valeu muito a pena ir na feira.

Aumento nas vendas

Entre os expositores, a proprietária de uma loja de Campo Bom, Deise Negrini Wirth, diz que deve fechar a feira com crescimento de 15% nas vendas em relação ao ano passado. Consumidores, segundo ela, gastaram em média 80 reais e o movimento surpreendeu muito em dias de semana. A vendedora de uma fábrica de Três Coroas, Jhenefer Vieira da Silva, diz que, desde que a feira abriu, a movimentação era intensa. E não foi difícil constatar isso: quem entrava no estande saía especialmente com sapatos e botas nas bolsas.

Susi Mello/Susi Mello/GES-Especial
Feira contou também com venda de roupas


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