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Oftalmologia

Pterígio causa irritação nos olhos e tratamento é cirúrgico

Intervenção é indicada para retirada de tecido que pode prejudicar a visão
03/04/2018 13:31 03/04/2018 13:31

Murray McGavin/Flickr
Pterígio é um tecido carnoso que começa na esclera (a parte branca do olho) e cresce em direção à córnea
Confundido muitas vezes com a catarata, o pterígio é um problema diferente que também afeta os olhos. Trata-se de um tecido carnoso que começa na esclera (a parte branca do olho) e cresce em direção à córnea.

Além de prejudicar a visão, o problema pode causar muito desconforto como ardência, secura, lacrimejamento e sensibilidade à luz. Os sintomas incluem ainda sensação de corpo estranho e olhos avermelhados.

Apesar do pânico inicial quando o oftalmologista recomenda a cirurgia, o procedimento é simples e a única alternativa quando o problema se agrava. Em alguns casos, o espessamento da conjuntiva pode tapar totalmente a visão. O pterígio avança de forma triangular e, na maioria dos casos, se forma a partir da lateral do lado do nariz em direção à pupila, mas pode ocorrer também a partir do lado da têmpora.

Uso de colírios

Murray McGavin/Arquivo pessoal
Oftalmologista Carlos Muniz
De acordo com o oftalmologista Carlos Muniz, o problema é muito comum em países de clima tropical e a causa principal é a exposição solar, mas também há uma predisposição genética. Em alguns casos, a diminuição da exposição solar ou proteção dos olhos com o uso de óculos de sol, e o uso correto de lubrificação em pessoas com olho mais seco, podem retardar a evolução de um pterígio ou até mesmo preveni-lo.

Muniz explica que o tratamento inicial é feito com o uso de colírios lubrificantes e de descongestionantes oculares que vão aliviar os sintomas nos pacientes com pterígios pequenos ou nos que não desejam operar. Apesar disso, o tratamento clínico não faz o problema regredir.

Cirurgia

- A cirurgia é indicada nos casos de continuidade dos sintomas ou se o pterígio estiver avançando muito em direção à área central da visão ou, ainda, se houver distorção da córnea, o que pode provocar, até mesmo, astigmatismo no paciente.

- O procedimento de remoção do pterígio é simples, mas causa certo desconforto ao paciente, que será liberado no mesmo dia da intervenção. A anestesia é local e o paciente fica acordado durante a remoção. O pós-operatório exige uma série de cuidados, entre eles, evitar pressionar a área ao dormir.

- Um detalhe importante quando há prescrição médica para a cirurgia é a colocação de uma espécie de barreira para evitar que a pele volte a crescer, já que a recidiva pode chegar a 30%.

- Com a associação do procedimento de autotransplante da conjuntiva, há apenas 1% de risco de retorno do problema. “Pode ser feita, também, a retirada do pterígio com colocação de membrana amniótica”, detalha o médico que atende em Novo Hamburgo.

- “Em caso de não tratamento, o paciente pode manter ou piorar os sintomas e, com a progressão do pterígio, haver prejuízo visual”, acrescenta.


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