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Atenção, notívagos

Hábitos noturnos podem acelerar risco de morte

Estudo observou grupo que fica acordado até tarde e tem dificuldade em levantar
15/05/2018 13:21 15/05/2018 13:22

Dragana Gordic/Dragana Gordic/Freepik
Sono, acordar, despertador, cama
Deixe de lado o excesso de atividades, os horários desregulados e o pouco tempo para dormir. Uma pesquisa divulgada no mês de abril em Paris, França, destacou que as pessoas que ficam acordadas até tarde e têm dificuldades para levantar da cama são mais propensas a morrer mais jovens do que aquelas que se levantam com o sol e voltam para a cama no começo do anoitecer.

O estudo foi realizado com mais de 430 mil pessoas na Grã-Bretanha em um período de seis anos e meio e descobriu que os notívagos – pessoas que têm hábitos ou uma rotina à noite – tinham um risco 10% maior de morrer do que as pessoas diurnas.

Grupo pesquisado

O estudo partiu de uma reunião de informações sobre este quase meio milhão de pessoas com idades entre 38 e 73 anos de um banco de dados público. Os participantes tinham dito aos pesquisadores se eram: “definitivamente uma pessoa da manhã” (27%), “mais uma pessoa da manhã do que uma pessoa da noite” (35%), “mais uma pessoa da noite que da manhã” (28%) ou “definitivamente uma pessoa da noite” (9%) e assim foram divididos em grupos. Eles também informaram seu peso, se fumavam e seu status socioeconômico.

Maior risco

O risco maior pode estar ligado ao fato de que “as pessoas que estão acordadas até tarde têm um relógio biológico interno que não corresponde ao seu ambiente externo”, cita Kristen Knutson, da Universidade Northwestern, em Chicago, Estados Unidos. “Isso poderia ser estresse psicológico, comer na hora errada para o corpo, não se exercitar o suficiente, não dormir o suficiente, ficar acordado à noite sozinho, talvez uso de drogas ou álcool”, acrescenta.


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