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Segurança Pública

Estado descarta novo presídio em Sapucaia do Sul

Secretaria da Segurança garante que permuta para obra não foi avaliada
13/06/2018 15:39 13/06/2018 15:40

O informe de que o Estado avalia construir um presídio regional em Sapucaia do Sul não procede. A garantia foi dada nesta quarta-feira pela Secretaria da Segurança Pública (SSP-RS), ao descartar que o terreno onde está o ginásio da Brigada Militar (BM), na capital, e avaliado em R$ 40 milhões, pudesse vir a ser usado como permuta para a construção de um novo presídio no município da região metropolitana. A negativa veio após declarações do secretário de Modernização Administrativa e Recursos Humanos, Raffaele Di Cameli. Na última segunda-feira, para uma rádio de Porto Alegre, Di Cameli deu a entender que o Estado estaria encaminhando o negócio nesse formato. Por meio de sua assessoria de imprensa, a SSP-RS reafirmou o que o Palácio Piratini já havia esclarecido, em Nota Oficial, de que os recursos obtidos com a venda do terreno do ginásio da BM e da sede do Corpo de Bombeiros Militar (CBMRS) - ao lado do ginásio e avaliada em R$ 80 milhões - terão como prioridade “a construção de uma nova sede para o Corpo de Bombeiros e um novo complexo esportivo para a Brigada Militar, em áreas ainda a serem definidas”. A SSP-RS, entretanto, confirma que foram avaliados pela Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) terrenos em Sapucaia, pertencentes ao Estado, como hipóteses a uma nova casa prisional. Porém, sem nenhuma concretude de decisão política e técnica pelo governo até o momento. Atualmente, 39 mil detentos cumprem pena nos regimes fechado e semiaberto, num déficit superior a 12 mil vagas.

Permuta é a moeda de troca
Ouvido pela reportagem, o secretário Raffaele Di Cameli destaca que a solução no âmbito da sua pasta é não colocar mais a venda o terreno do ginásio da Brigada Militar, mas permutar a área. “Esse é o limite da nossa abrangência. Agora a definição da área prisional nós não entramos nem no mérito”, explica. Segundo ele, a Smarh tentou vender o terreno do ginásio da BM e a sede dos bombeiros, mas o mercado não conseguiu absorver. “Tentamos fazer vários alienações, algumas menores, mas tem dado tudo vazio. A situação econômica do País, com relação ao mercado imobiliário, foi se agravando. Então o que acontece é que qualquer nova alienação que fizéssemos em dinheiro o pagamento da obra ficaria pra próxima gestão e isso causa insegurança no mercado imobiliário. Por isso a permuta é bom negócio, pois hoje em dia é melhor receber imóvel do que a expectativa de receber em dinheiro”, frisa Di Cameli.


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