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Desconforto

Síndrome das Pernas Inquietas atinge de 5 a 15% da população brasileira

Problema neural afeta principalmente as mulheres
02/06/2018 16:10

javi_indy/Freepik
Atividades que relaxam a musculatura são indicadas para quem tem a Síndrome das Pernas Inquietas
Sabe aquela vontade incontrolável de mexer as pernas, que aumenta na hora de dormir ou quando você está em repouso? Se você sente esses sintomas fique atento, pois pode estar sofrendo da Síndrome das Pernas Inquietas (SPI). Segundo o neurologista Eduardo Ruschel, a SPI é caracterizada por uma sensação de desconforto nas pernas e necessidade de movimentá-las, situação que pode se agravar durante a noite.

“A causa primária da síndrome permanece incerta, porém suspeita-se que esteja relacionada com algum desequilíbrio da dopamina no cérebro, substância que possui importante função no controle dos movimentos corporais”, explica.

Divulgação
Eduardo Ruschel, neurologista
Porém, nada de confundir a doença com aquela mania de alguns em ficar balançando as pernas em momentos de ansiedade. Conforme Ruschel, o diagnóstico é clínico e as sensações descritas pelo portador da SPI são de agulhadas, coceiras, irritação e inquietude, que tendem a aliviar quando realizadas atividades motoras simples, tais como flexão, extensão ou cruzamento das pernas ou movimentos mais complexos, como caminhar.

A síndrome apresenta uma prevalência de 5 a 15% da população brasileira, e é bem mais comum entre as mulheres. “Com o avançar da idade existe um agravamento nos sintomas e um aumento na porcentagem de portadores”, destaca. Ele ressalta, no entanto, que existem causas secundárias que desencadeiam a SPI, como gravidez, diabete, doenças renais, Parkinson, privação de sono, uso de álcool ou cafeína, principalmente próximo
ao horário de dormir, tabagismo e algumas medicações.

Tratamento

Muitas vezes a síndrome das pernas inquietas é resolvida com o tratamento da doença subjacente que está causando o problema, porém caso não haja nenhuma condição associada ao quadro da SPI, existem tratamentos focados em mudanças de hábitos, tais como atividades que relaxam a musculatura (banhos mornos e massagens), higiene do sono, exercícios regulares e moderados que envolvam também alongamentos, redução no consumo de cafeína, chás, refrigerantes e chocolates.

“Caso as medidas descritas não sejam suficientes no controle sintomático, é necessária avaliação pormenorizada do médico, que poderá prescrever medicações para cessar o desconforto”, salienta.


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