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Violência

Segurança preso diz ter matado empresário para roubar armas em São Leopoldo

Crime aconteceu na manhã de sábado (7) no bairro Campina. Corpo de Antônio Celso Ramos foi encontrado no porta-malas do carro dele
10/07/2018 10:46 10/07/2018 10:48

Polícia Civil/Divulgação
a Antônio Jorge Lamb Pereira, 29 anos (esquerda) e José Valdemar Vian, 28 anos, foram presos segunda-feira (9)
Para roubar três armas e lucrar R$15 mil com a venda delas. Este foi o motivo apresentado à polícia pelo segurança Antônio Jorge Lamb Pereira, 29 anos, para matar o empresário Antônio Celso Ramos, 49 anos. O crime aconteceu na manhã de sábado (7), mas só foi descoberto horas depois, no início da noite. Após desconfiarem de um Renault Duster, abandonado por volta das 11 horas na Rua Friedrich Albrecht, no bairro Campina, em São Leopoldo, moradores próximos ao local acionaram a Brigada Militar. O veículo ficou fechado até a chegada dos peritos. O corpo de Ramos foi localizado dentro do porta-malas. Segundo a polícia, Ramos foi morto com vários disparos de arma de fogo. Dentro do automóvel, nos bancos do motorista e caroneiros, no entanto, não havia sinais de luta ou de disparos de arma de fogo, tampouco manchas de sangue, o que evidenciava que a vítima havia sido morta em outro local.

Durante a perícia foi constatado que Ramos estava com um coldre, porém sem a arma e que o veículo era emplacado em nome da empresa dele, uma construtora sediada no mesmo bairro. A partir daí, agentes da Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH) iniciaram as investigações. Em contato com a esposa da vítima, ela afirmou aos policiais que o marido, que era atirador, havia saído de casa por volta das 10 horas portando duas pistolas e uma espingarda para ir até um clube de tiro no Centro de São Leopoldo. Apesar de ter feito contato com o clube para saber da disponibilidade dos estandes, Ramos não apareceu no local naquela manhã.

Reprodução /Reprodução
Corpo de Antônio Celso Ramos foi encontrado no porta-malas do carro dele
Conforme o chefe do setor de investigações da DPH, Odilei Betanin, após buscar imagens e refazerem o caminho percorrido pela vítima os agentes descobriram que Ramos pretendia ir ao clube com um conhecido, que seria Pereira. Ao interrogarem o homem ele acabou confessando o crime. À polícia, Pereira disse que teria atraído Ramos à casa dele com a desculpa de que queria comprar uma arma. Ele teria executado a vítima com a pistola dela no local, na Rua Sapiranga, e, em seguida, chamado um comparsa para ocultar o cadáver. Depois de abandonarem o carro, Pereira e o amigo foram até as margens do Rio dos Sinos onde se desfizeram do celular de Ramos.

Em buscas na casa do suspeito segunda-feira (9), os policiais encontraram uma espingarda calibre .36 e um rifle, calibre .22, além de R$10 mil e de cartões de banco e documentos do armamento da vítima. Ele foi preso em flagrante por posse de armas. Segundo a polícia, Pereira havia sido armeiro do Exército e não tinha antecedentes. Atualmente trabalhava como segurança em um mercado no mesmo bairro onde morava e até o mês passado possuía uma arma registrada no nome dele. “Nesta semana vamos representar pela prisão preventiva dele pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte)”, afirma Betanin. O amigo de Pereira, que ajudou na ocultação do cadáver, foi identificado e ouvido na Delegacia. Após prestar depoimento ele foi liberado.

Armas roubadas haviam sido vendidas 

As armas roubadas já haviam sido vendidas. As duas pistolas, comercializadas a R$6 mil, cada, a um comprador de Nova Santa Rita, e a espingarda calibre .12, vendida a R$3 mil a um homem em Gravataí. Ambos os receptadores foram identificados. José Valdemar Vian, 28 anos, que havia adquirido a espingarda também foi preso na segunda-feira (9), no bairro Morada do Vale, em Gravataí. No local, além de recuperar o objeto roubado, os policiais também apreenderam três rifles, dois revólveres, uma pistola e munições de diferentes calibres. Ele foi autuado por receptação, e posse irregular de armas e munições de calibre restrito.



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