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Exemplo

O caminho do leopoldense Thales na seleção brasileira de vôlei

Recentemente, o ex-aluno do Colégio Sinodal foi vice-campeão mundial
10/10/2018 09:33 10/10/2018 09:33

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Recentemente, o ex-aluno do Colégio Sinodal foi vice-campeão mundial
A seleção brasileira masculina de vôlei coleciona títulos e exporta atletas para outros países. Dentre as principais conquistas, estão três ouros e três pratas em Jogos Olímpicos e também três ouros e três pratas em campeonatos mundiais. A mais recente medalha para o armário verde e amarelo foi a prata na Copa do Mundo realizada ao fim de setembro, em Turim, na Itália. Na disputa, esteve o leopoldense Thales Hoss, 29, que foi o líbero da equipe para defender o lado brasileiro de quadra. O Capilé foi aluno do Sinodal e colhe os frutos de uma dedicação desde os tempos estudantis nesse momento com a camisa do Taubaté, em São Paulo.

“Saí do Sinodal e fui direto pra Equipe On-Line que tinha sede em São Leopoldo também. Joguei por dois anos em times no Rio Grande do Sul (On-Line e Ulbra) e depois saí do Estado”, lembrou o líbero. No momento, Hoss permanece em solo paulista para buscar a evolução no esporte. “É um dos principais times do Brasil. Nele tenho a possibilidade de disputar os principais títulos e me manter sempre no alto nível.” Com os pais e irmãos ainda em São Leopoldo, Hoss não perde a ligação com a cidade, ainda que venha poucas vezes. “O calendário é um pouco apertado. Estava na seleção e agora já estou em Taubaté. Minha esposa e filha também estão bem estruturadas aqui.”

O selecionável

Do destaque no Taubaté à seleção brasileira, Thales percorreu um longo percurso. Apesar das atuações em alto nível, a disputada camisa de líbero do Brasil passou a ser entregue ao atleta somente no ano passado. Desde então, a sequência tem sido alentadora ao atleta. “Estar na seleção é um privilégio pra poucos. Estou muito feliz pelo momento que estou vivendo e sei que preciso continuar me dedicando ao máximo pra tentar continuar.”

Sobre a recente participação no mundial, Hoss recorda da experiência e projeta a manutenção do momento na carreira. “O mundial é um dos principais campeonatos que existe. É difícil falar de apenas um momento importante porque foi muito tempo de preparação e o campeonato também é longo. O nível das seleções é muito parecido, então cada detalhe fez a diferença.” Sobre as referências e ídolos, Thales prefere ser discreto. O jogador visa sempre a valorização de todos os companheiros como um todo. “Nesses dois anos eu admirei muito cada atleta. Tentei aprender um pouco com cada um. Todos têm a sua importância. Todos têm muito foco, dedicação e acabam se privando de muitas coisas pra fazer o melhor pela seleção”, relatou.

Talento de destaque

Toda a consistência defensiva de Thales é fruto de um trabalho de muitos anos. O início conta com grande influência de Ivan Gallo, 70. O hoje integrante do Conselho Escolar do Colégio Sinodal e coordenador das seleções masculinas da Federação Gaúcha de Voleibol, foi professor de Thales na escola leopoldense. “Foi meu atleta dos 9 aos 17 anos. Tanto no Sinodal como seleção gaúcha.” De acordo com Gallo, sempre foi um atleta diferenciado, atuando em categorias anos acima e integrando muitos vitoriosos times.

“Desde pequeno demonstrava que tinha potencial e acreditávamos que chegaria à seleção brasileira. Foi destaque e principal jogador quando vencemos o brasileiro em 2006. A seguir foi convocado para defender o Brasil no sul-americano, foi destaque como melhor líbero e em 2008 foi campeão mundial”, lembrou a trajetória de conquistas já na base verde e amarela. Gallo afirma que carrega orgulho em ter feito parte da história do atleta. “É um prazer acompanhar suas conquistas e um exemplo para os atletas novos. Mantemos contato regularmente”, finalizou o professor.


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