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Liderança

Com 609 novas vagas, São Leopoldo foi a cidade que mais contratou em setembro no Estado

Acumulado de empregos no ano é de 1.763, o que representa uma variação de 3,27%
07/11/2018 12:09 07/11/2018 12:41

Com a maior geração de empregos formais nos últimos oito anos, o mês de setembro colocou São Leopoldo no topo da recuperação de vagas no Rio Grande do Sul: nenhuma cidade gaúcha contratou mais do que o Município, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mecanismo utilizado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para medir a evolução dos empregos com carteira assinada no País. Foram 2.080 admissões e 1.471 demissões no período, o que totaliza um saldo de 609 empregos criados.
No acumulado do ano, São Leopoldo ostenta um saldo de 1.763 empregos criados, uma diferença de 3,27% em relação a janeiro. O desempenho é fora da curva na comparação com cidades da região de abrangência do Jornal VS, que tiveram crescimento tímido, casos de Sapucaia do Sul, Portão e Capela de Santana, ou fecharam vagas, como ocorreu em Esteio (veja o gráfico).

Fonte: Caged

Diversificação

Prefeito de São Leopoldo, Ary Vanazzi entende que os números positivos estão ligados à economia diversificada da cidade. Para ele, a abertura de vagas é resultado do esforço dos empresários para aproveitar as iniciativas de fortalecimento da economia. “Possibilitamos a atração de novas empresas e ampliação das que já estão instaladas no Município quando, nas nossas gestões anteriores, planejamos o novo distrito industrial, a expansão do que já existia e criação do parque tecnológico Tecnosinos”, afirma. O chefe do Executivo também cita o setor de serviços e as obras públicas como destaques. “A nossa receita mostra que 52% são oriundos do setor de serviços, isso também envolve as obras públicas. Esses fatores oportunizam investimentos que geram as oportunidades de emprego”, aponta.

Apesar da queda, otimismo em Esteio

Única cidade da região que registrou saldo negativo na geração de empregos em setembro e no acumulado do ano, Esteio enfrenta, de acordo com o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Esteio (Acise), Longuinho Muzykant, dificuldades devido à falta de indústrias fortes no município. “Percebemos que em várias cidades a indústria está aquecendo antes que o comércio. As regiões mais industrializadas contratam mais e têm mais empregos do que nós”, avalia.

Mesmo assim, Longuinho percebe otimismo entre empresários para os próximos meses. “A gente vê que o empresariado estava preocupado, e agora vai começar a investir mais, com o resultado da eleição. Isso não se faz de um dia para o outro, mas estamos projetando um aquecimento bastante significativo dentro da construção civil, por exemplo. Muitas construtoras estavam com obras paradas, e agora vão retomar”, prevê.

Serviços lideram

Enquanto o saldo na geração de vagas atinge 1.763 postos em São Leopoldo desde o início do ano, o setor de serviços é responsável, sozinho, por 1.667 novos empregos. Foram 8.845 admissões e 7.178 desligamentos no período, em um total de 5.445 estabelecimentos. O número reforça a tendência verificada nos últimos anos, com consolidação do setor de serviços como principal setor da economia leopoldense. Entre os subsetores de serviço, destaque para os serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção e redação, que geraram 953 vagas, e para o segmento de serviços de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico, que geraram 573 empregos.

Fonte: Caged

Cautela

Vice-presidente de Indústria da Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Tecnologia de São Leopoldo (Acist-SL), Fernando Ribas prega cautela na análise dos números, porque a faixa salarial das vagas criadas é menor e gera menos consumo. “É preciso estimular mais a geração de empregos em segmentos mais qualificados e para isto é preciso atitudes macroeconômicas efetivas, como a definição de políticas para o desenvolvimento econômico com foco na atividade industrial”, diz.



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