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São Leopoldo

Semae apresenta economia R$ 2,3 milhões com programa de eficiência hidroenergética

As ações iniciais envolveram a implementação de de oito Distritos de Medição e Controle e de oito Válvulas Reguladoras de Pressão
07/11/2018 17:06 07/11/2018 17:07

O Serviço Municipal de Água e Esgotos (Semae) fechou, em outubro, um ano desde a implantação do Programa de Eficiência Hidroenergética cujas ações representam uma economia de R$ 2,3 milhões. O projeto foi criado com o objetivo de para combater perdas e economizar energia elétrica. Para começar, a equipe do Semae começou com uma força-tarefa para evitar vazamentos de rede. As ações iniciais envolveram a implementação de de oito Distritos de Medição e Controle e de oito Válvulas Reguladoras de Pressão.
Dentro do bairro Padre Reus, por exemplo, está mapeado um Distrito de Medição e Controle, que se trata de uma forma mais esquematizada para localizar vazamentos de rede em determinada área naquela região. Os Distritos ainda não abrangem todo o Município. No segundo ciclo do programa, o Semae pretende estender a controle para a região Campestre Orpheu, o que também inclui as Válvulas Reguladoras.
No primeiro ciclo do programa experimentado no Padre Reus verificou-se 11% de redução de retirada de água do Rio dos Sinos. Foi a partir da instalação do equipamento que estabiliza a pressão da água para áreas de diferente relevo no bairro que se evitou o rompimento das redes e o consequente vazamento de água. Por isso, o Semae deixou de gastar R$ 2,3 milhões com recapeamento asfáltico no último ano, por com a pressão da água estabilizada menos canos se romperam. O diretor-geral do Semae, Anderson Etter, explica que o sistema de controle demanda não só o emprego de tecnologia, mas também o conhecimento da equipe sobre as redes na cidade. Foi preciso lançar mão da experiência de vários colaboradores para identificar os pontos das redes para o mapeamento dos Distritos. Além disso, as válvulas de controle de pressão - que no mercado custariam em torno de R$ 45 mil - foram confeccionadas no próprio Semae ao custo de R$ 5 mil. "A Rua Padre Nóbrega (no Cristo Rei) há um ano não tem recapeamento de rede", lembra Etter sobre um dos locais em que mais aconteciam vazamentos e era necessário abrir o asfalto para conserto. Para o próximo ano, consta nos planos do Semae a instalação de mais dez Válvulas Reguladoras de Pressão e a implementação de mais 15 Distritos de Medicação e Controle.


Distritos de Medição e Controle - O município foi subdividido em oito áreas, com as redes mapeadas. Essa sistemática gera menor impacto durante as manutenções realizadas pela autarquia. "Quando realizamos um conserto de rede, por exemplo, um número menor de pessoas precisa ficar sem água porque a área de abrangência de um determinado distrito é menor", explica o diretor de Manutenção Hidráulica e Eletroindustrial do Semae, Everson Gardel.

Válvulas Reguladoras de Pressão - Garantem regularidade ao abastecimento e economia ao Sema. As válvulas controlam e normalizam os níveis de pressão nas tubulações, fazendo com que a água chegue às partes mais altas da cidade e também se mantenha em grau adequado nas zonas mais baixas, evitando que os canos se rompam. "O controle de pressão protege nossas redes. Assim temos menos rompimentos e precisamos fazer menos manutenções. Sem ter que abrir valas e ruas para fazer os consertos, reduzimos em quase metade as nossas despesas com repavimentação", comenta Etter, lembrando que em 2016 o Semae gastou em torno de R$ 4,5 milhões com repavimentações.

Segundo ciclo do programa

A segunda etapa do Programa Semae Sustentável começou em agosto. Neste ciclo está englobada a região do bairro Campestre Orpheu, o que representa reflexos nas zonas leste e sudeste de São Leopoldo. Os próximos bairros que devem ser incluídos no programa o Santo André e a Vila Born. No bairro Vila Nova será incluída uma nova adutora e na Feitoria terá novo conjunto de bombeamento. "A economia alcançada permite permite fazer novos investimentos que garantirão ainda mais economia nos processos", destaca Etter. Como exemplo de reinvestimento, o diretor-geral do Semae cita a obra de macrodrenagem, que resultou na diminuição do transbordamento de arroios, como o da João Corrêa.





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