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São Leopoldo

Quatro acusados de tentativa de homicídio são absolvidos em júri

Julgamento aconteceu terça-feira (4) no Foro de São Leopoldo
05/12/2018 09:10 05/12/2018 09:11

Em júri terça-feira (4) no Foro de São Leopoldo quatro acusados de tentativa de homicídio triplamente qualificada ocorrida há sete anos na cidade acabaram inocentados. Jolair Lourenço Gomes Siqueira, 37, Gabriel de Souza Gerônimo, 30, Rafael de Souza Gerônimo, 33 e Dionatas Monteiro Bertolotti, 29, haviam sido denunciados junto de um outro jovem, que acabou morrendo no curso da ação penal, por tentarem matar um homem de 47 anos em 10 de março de 2011 no bairro Feitoria.

Conforme a denúncia, na data, Dionatas, Rafael e o outro jovem já falecido, teriam ido até a casa onde a vítima estava com a esposa e os filhos e efetuado diversos disparos de arma de fogo contra a residência, arremessando contra ela também coquetéis molotov na intenção de incendiar o local. O crime, conforme investigado, teria sido ordenado por Gabriel e Jolair, que na época estavam recolhidos no sistema prisional. Ele teria sido cometido por motivo torpe, decorrente do fato da vítima ser considerada como informante da polícia, por ter colaborado nas investigações de diversos crimes, dentre eles homicídios consumados e tentados e tráfico de entorpecentes na região da Cohab Feitoria.

Os delitos teriam sido cometidos pela quadrilha da qual supostamente faziam parte os denunciados. Além disso, o alvo do ataque teria sido reconhecido pelos agressores ao conceder uma entrevista a uma rede de televisão em matéria veiculada um dia antes do ataque. Além da motivação torpe, outras qualificadoras da tentativa de homicídio foram pelo crime ter sido cometido por meio que resultou perigo comum, e mediante emprego de fogo. Além disso, os réus eram acusados de integrarem uma quadrilha armada responsável por homicídios e pelo tráfico de drogas no bairro Cohab Feitoria.

“As teses de todos os réus eram de negativa de autoria para ambos os crimes. Os jurados entenderam que não foram os acusados que tentaram matar a vítima e que não se juntaram em quadrilha”, comenta o defensor público, responsável pela defesa de Gabriel, Lisandro Luís Wottrich.


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