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Esteio

Sem restringir atendimentos, Hospital São Camilo enfrenta superlotação

Ao contrário do Centenário e do Getúlio Vargas, casa de saúde de Esteio não restringiu atendimentos
05/12/2018 20:36 05/12/2018 20:36

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Hospital São Camilo enfrenta superlotação
A crise na Saúde enfrentada pelos municípios de São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Canoas devido à falta de repasses do governo estadual já causa reflexos no Hospital São Camilo, de Esteio. Ao contrário do Hospital Centenário, da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas e dos hospitais de Canoas, a casa de saúde esteiense não restringiu atendimentos, nem suspendeu cirurgias e exames eletivos. Como resultado, enfrenta acréscimo na demanda por atendimentos e tem dificuldades para encaminhar os pacientes para as referências.
Diretor administrativo do São Camilo, Gerson Cutruneo revela que o hospital está atendendo pacientes de municípios como Canoas, Rio Pardo, Nova Santa Rita, Portão e Sapucaia do Sul, além dos munícipes de Esteio. “Temos 22 pessoas com indicação de internação aguardando leito. Um dos problemas é que Canoas suspendeu os atendimentos para quem é de fora. Eles são nossa referência para média e alta complexidade em muitas especialidades, mas não estamos conseguindo transferir. O paciente fica internado aqui, e isso estrangula a emergência”, detalha Cutruneo. O diretor dá o exemplo da sala laranja, onde os pacientes aguardam para ter alta ou internação. “Temos oito leitos ali, mas hoje são 22 pacientes baixados. Já temos maca nos corredores e pacientes em cadeiras hospitalares”, conta.

Prefeitura investiu R$ 27 milhões 

As justificativas para o fato de o Hospital São Camilo não ter precisado restringir atendimentos até agora, de acordo com o diretor Cutruneo, passam por três fatores: há 23 meses, o hospital garante os repasses do Estado para o Hospital por meio de bloqueio judicial. Além disso, a prefeitura de Esteio disponibilizou, com recursos próprios, mais de R$ 27 milhões em 2018. Com o pagamento da folha deste mês e do saldo do 13º, o valor deve chegar a R$ 30 milhões anuais, segundo Cutruneo. O terceiro fator está relacionado à qualificação do atendimento na rede municipal, que desafoga a emergência do São Camilo. Cutruneo cita o Centro Integrado de Atenção em Saúde (Cias), inaugurado em setembro, que abriga uma Unidade de Saúde Estendida das 17 horas às 21 horas. “A administração está colocando profissionais médicos na rede básica. De 2016 para 2018, avançamos 5,6 mil consultas na rede para dez mil. Isso retém um número bem significativo dos munícipes de Esteio, que não precisam vir até a emergência do São Camilo”, explica. O diretor ainda reforça o pedido para que a população procure o Hospital São Camilo apenas quando não há alternativa junto às Unidades Básicas de Saúde


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