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Opinião | Thiago Padilha São Leopoldo

Ministério Público abre inquérito civil contra ex-diretor de Smed

A Procuradoria de Justiça apura o pagamento de salário entre agosto de 2017 a julho de 2018 sem a contraprestação do serviço.

Por Thiago Padilha
Última atualização: 12.09.2019 às 13:51

Após ser apontado como autor de atos de machismo contra professoras da Secretaria Municipal de Educação ano passado e provocar uma verdadeira debandada de cargos do alto escalão do governo do prefeito Ary Vanazzi (PT), o então diretor administrativo da Smed, Paulo Ritter (PT), hoje vereador em Canoas, é alvo de um inquérito civil movido pelo Ministério Público. A Procuradoria de Justiça apura o pagamento de salário entre agosto de 2017 a julho de 2018 sem a contraprestação do serviço de diretor de Relações Comunitárias do Município. Embora aberto em março, Ritter disse ontem desconhecer o teor do inquérito.

Advertência por machismo

Mais de um ano e meio depois das acusações de machismo contra professoras da Smed, a sindicância interna da Prefeitura está em fase final. O relatório da comissão processante foi pela aplicação de advertência ao servidor.

Trabalho intenso

Segundo Ritter, ele atuou na Secretaria de Proteção Animal, na Habitação, na Smed e no Gabinete do Prefeito entre agosto de 2017 e julho de 2018. Não no cargo citado pelo MP no inquérito. "Sempre trabalhei intensamente", reforça o atual vereador na Câmara de Canoas.

Raios-X em Portão

O vereador de Portão Alexsandro Argenta, o Leco (MDB) destacou que o Hospital de Portão, em 10 de junho, abriu protocolo no governo estadual para solicitar vistoria após reforma da sala de radiografia, mas até agora não foi atendido. "Fico impressionado como ninguém se mexeu até agora."

 

Espera posicionamento

"Como pode demorar tanto? É inadmissível ver aqueles equipamentos parados, tendo o hospital que levar pacientes para outros municípios para fazer um raio-X", acrescenta o vereador Leco. Caso não haja retorno até esta quinta-feira da Secretaria Estadual de Saúde, ele vai cobrar um posicionamento do governo Eduardo Leite (PSDB).

Registro

Entretanto, como já não atua no Município, o resultado da sindicância é basicamente nulo. Vai ficar sem advertência e as professoras, ainda abaladas.

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