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Protesto

Funcionários da Fundação Getúlio Vargas cobram 13º salário

Colaboradores do Getúlio Vargas protestaram ontem, mas não entraram em greve
11/02/2019 19:11

Inconformados com a falta de previsão para pagamento do 13o salário de 2018, que venceu no dia 20 de dezembro, dezenas de funcionários da Fundação Hospitalar Getúlio Vargas (FHGV) protestaram nesta segunda-feira (11) por duas horas. Carregando faixas e usando narizes de palhaço, os colaboradores bloquearam o trânsito na RS-118 por volta do meio-dia, e permaneceram no local por cerca de uma hora. Depois, retornaram para o hospital e participaram de uma assembleia da categoria na sede do Sindisaúde Vale do Sinos, ao lado da casa de saúde.

De acordo com o presidente do sindicato, Andrei Rex, os trabalhadores, em sua maioria técnicos de enfermagem e auxiliares administrativos, decidiram não entrar em greve, mas mantiveram um calendário de paralisações até o pagamento do 13o salário. A próxima paralisação está marcada para quarta-feira, das 7 horas às 9 horas, no hospital de Sapucaia do Sul.

PRESSÃO

A paralisação foi deliberada em assembleia na sexta-feira passada, quando os trabalhadores ainda não haviam recebido os salários de janeiro. Naquela tarde, porém, a FHGV publicou nota informando o pagamento dos salários, mas isso não impediu a mobilização. "Representamos cerca de 800 funcionários. Queremos fazer pressão no patrão e em quem paga o patrão", disse, referindo-se ao governo estadual, que tem quatro competências em atraso com a fundação, segundo a a FHGV. "Não podemos continuar nessa indefinição e falta de previsão", reclamou.


Dívida de R$ 13,6 milhões, diz FHGV

Em nota publicada em seu site, a Fundação Hospitalar Getúlio Vargas reconheceu a legitimidade do movimento dos trabalhadores e o atraso no pagamento do 13o salário. A nota informa, porém, que há quatro competências em atraso por parte do governo estadual (outubro, novembro, dezembro e parte de setembro do ano passado), em valores que somam R$ 13,6 milhões.

A nota também lembra que, embora haja atrasos no pagamento do governo estadual, a FHGV está em dia com o salário mensal dos trabalhadores, o que só é possível com a negociação da dívida com prestadores de serviços e fornecedores. Essa situação implica "dificuldade no dia a dia de trabalho, sobretudo em casos de escassez de material", segundo a nota. Por fim, a nota ainda diz que a prioridade da FHGV é o pagamento dos funcionários, e informa que a fundação de Sapucaia do Sul permanece em constante estado de atenção para buscar soluções no menor prazo possível.

Procurada pela reportagem, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) não reconheceu toda a dívida cobrada pela Fundação, e respondeu, em nota, que "a dívida liquidada e pendente de pagamento com a Fundação Hospitalar Getúlio Vargas, de Sapucaia do Sul, é de R$ 5.822.754,00, referente aos incentivos estaduais de setembro e outubro". De acordo com a SES, a regularidade dos pagamentos será retomada em março.

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