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São Leopoldo

30 anos de prisão a acusado de simular assalto para executar namorada

Sentença foi dada em julgamento que ocorreu quinta-feira (14) no Foro de São Leopoldo
15/03/2019 13:10

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Foto por: Diego da Rosa
Descrição da foto: Sentença foi dada em julgamento que ocorreu quinta-feira (14) no Foro de São Leopoldo
O caso da morte de uma mulher, executada com vários tiros dentro de um carro em abril de 2012 em São Leopoldo teve desfecho quinta-feira (14), com a condenação do último, dos quatro homens acusados do crime. No banco dos réus no Foro da cidade nesta semana esteve Jéferson Fabrício da Silva dos Santos, 33 anos. Acusado de planejar e de participar do assassinato da então namorada Marli Terezinha de Melo Colatto, na época com 46 anos, Santos foi condenado a 30 anos e 11 meses de prisão. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. Os demais réus do processo já haviam sido julgados e condenados em maio de 2017. Michel Carvalho Amado e Marcelo Flores receberam pena de 14 anos de reclusão em regime fechado. Já Édio Alexandre Geraldo foi condenado a oito anos de reclusão em regime semiaberto.

O fato aconteceu na noite de 20 de abril daquele ano. Marli foi morta com diversos tiros dentro de um Fiat Palio, na Rua Maçonaria, no bairro Santos Dumont. Conforme denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP), a vítima, que era moradora de Novo Hamburgo, foi atraída para o local pelo então namorado, Jéferson. Eles teriam dado carona a Édio até a Rua Ipê. No local, Michel e Marcelo teriam ido em direção ao carro onde estava a vítima simulando a prática de um roubo, ordenando que ela passasse para o banco do carona. Michel então teria dirigido o Pálio, enquanto Marcelo ameaçava Marli do banco de trás com uma arma de fogo. Já na Rua Maçonaria, Marcelo teria desferido vários disparos contra a vítima. Em seguida, eles abandonaram o veículo com a mulher morta no seu interior e entraram em um outro carro, modelo Ford Ka, que estava aguardando na esquina, e fugiram do local levando ainda dois celulares da vítima.

Conforme a denúncia, o bando cometeu o crime após prévio ajuste e divisão de trabalho, tendo todos participado de forma material e moral na execução do delito, cujo objetivo era a morte da vítima. O fato teria sido premeditado e planejado por Jéferson. Ele, inclusive, teria pago o valor de R$500 para Marcelo para que este simulasse o assalto e atirasse contra a vítima. Outra qualificadora atribuída a Jéferson foi a motivação torpe para o assassinato da companheira: o fato de Marli ter exigido que ele passasse para o nome dela o veículo Palio que ele havia adquirido.


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