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Não foi dessa vez

Bilionário por engano: leopoldense recebe depósito de R$ 1,3 bilhão

Ao consultar o extrato, o empresário Márcio Zuchetto encontrou a conta recheada com um depósito bilionário, mas não hesitou em devolver o dinheiro
25/04/2019 20:57 25/04/2019 21:44

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Ao solicitar um extrato da conta no último dia 11 de abril, como costuma fazer quase todos os dias, o empresário leopoldense Márcio Zucchetto, 51 anos, tomou um susto e quase caiu da cadeira. De uma hora para a outra, o saldo da conta corrente foi acrescido por inúmeros zeros, e Zuchetto se tornou bilionário. Infelizmente para ele, no entanto, a alegria durou poucos segundos, porque o empresário logo percebeu que a fortuna recebida era fruto de um erro do banco do qual é cliente, cuja agência está localizada na Avenida Thomas Edson, no bairro Scharlau.

A transferência de exatos R$ 1,3 bilhão colocou o morador do bairro Cristo Rei no seleto ranking de bilionários brasileiros, composto por 180 pessoas, segundo levantamento mais recente realizado pela Revista Forbes. Apesar do montante expressivo, Zuchetto soube desde o princípio que o dinheiro não era dele, e não hesitou em comunicar o erro ao banco. “Quando eu vi aquele valor exorbitante, eu sabia que não era meu. Deixei quieto, óbvio que não ia mexer. Fui avisar o meu gerente, que explicou que teve um problema no sistema, e depositaram aquele valor por engano”, lembra o empresário, que é proprietário de uma empresa de pigmentação de plástico localizada no bairro Arroio da Manteiga.

Sem se orgulhar da própria honestidade, Zuchetto adverte que estaria cometendo um crime se mexesse no dinheiro que foi depositado em sua conta por engano. “Não adianta querer. Se o dinheiro não é teu e tu transfere, é um roubo. Não deixa de ser um roubo”, entende.

Código Civil orienta devolução

A compreensão de Zuchetto encontra eco no Código Civil, que dedica dois artigos ao assunto. No artigo 876, sobre pagamentos indevidos, fica claro: “Todo aquele que recebeu o que lhe não era devido fica obrigado a restituir”. Já o artigo 884, que trata do enriquecimento sem causa, há orientação sobre como proceder. “Aquele que, sem justa causa, se enriquecer à custa de outrem, será obrigado a restituir o indevidamente auferido, feita a atualização dos valores monetários”, define o artigo.

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