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Novo Hamburgo

Danificados por presos, contêineres-celas passam por manutenção

Equipamentos são usados para recebimentos de detidos há menos de duas semanas
15/05/2019 03:00 15/05/2019 08:30

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Foto por: Reprodução
Descrição da foto: FLAGRANTE: câmeras captam arremesso de objetos para o presídio de Novo Hamburgo
Quem passou nesta terça-feira (14) pela Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Novo Hamburgo, na Rua Júlio de Castilhos, no Centro, foi surpreendido pela cena que se repetiu durante meses: policiais militares fazendo custódia de presos que aguardavam vaga no sistema prisional. Havia dois detentos algemados do lado de fora da delegacia. O problema voltou, segundo a Justiça, porque os dois contêineres-cela, em funcionamento há menos de duas semanas no Instituto Penal de Novo Hamburgo para desafogar as delegacias da região, tiveram que passar por manutenção.

Segundo o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC) de Novo Hamburgo, Carlos Fernando Noschang Júnior, os detentos foram retirados das celas no início da manhã e deslocados para a DPPA porque os contêineres passariam por melhorias e adaptações. "Como esse projeto é pioneiro, já esperávamos pela necessidade de algumas mudanças. A fase de ajustes faz parte da adaptação e, em uma semana e meia, vimos algumas adequações necessárias", explica.

A empresa que executou o projeto realizou melhorias durante a manhã e início da tarde de ontem, para então realizar o retorno dos presos. Entre as mudanças está a retirada do banco que ficava no interior da cela, além de reforço na estrutura, bloqueio de possíveis passagens e troca de peças depredadas.

Presos abriram passagem

RISCO: metais e madeiras dos bancos poderiam ser usados como armas pelos presos Nos primeiros dias de funcionamento, uma das entradas de ar foi danificada pelos presos. Pela abertura, familiares entregaram encomendas aos apenados. “Essa situação foi flagrada pelas câmeras de segurança e, assim que percebida, o acesso foi bloqueado imediatamente”, observa o juiz. Noschang destaca que a retirada do banco de dentro da cela vai ampliar o espaço para os detentos deitarem e também evita que eles utilizem o material como arma. Os presos chegaram a retirar os parafusos da estrutura.

"Não há mais prejuízo ao policiamento"

Mesmo com a necessidade de ajustes dos contêineres, Noschang avalia positivamente o funcionamento da estrutura. Segundo ele, o fluxo é mantido como anteriormente acontecia nas DPPAs. A parceria com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), conforme ele, garante a transferência dos presos para os presídios conforme liberação de vagas. "O mais importante é que não há mais prejuízo ao policiamento, com viaturas e policiais parados nas delegacias", finaliza.

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