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Mobilização

Ato pela educação leva milhares às ruas

Manifestantes protestaram em São Leopoldo e Sapucaia do Sul contra a reforma da Previdência
15/05/2019 20:06

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No que pode ser considerado uma prévia da greve geral que está sendo organizada para o dia 14 de junho, ontem, inúmeras manifestações foram realizadas, em todo o País, no chamado Dia Nacional em Defesa da Educação. Os protestos foram promovidos, principalmente, por centrais sindicais, contra a reforma da Previdência e o chamado contingenciamento dos recursos para a educação. Em São Leopoldo, o Sindicato dos Professores Municipais Leopoldenses (Ceprol) foi um dos organizadores de uma caminhada, que teve concentração em frente a Câmara de Vereadores. A mobilização reuniu profissionais de diversas áreas, especialmente, da educação, além de representantes de instituições e sindicatos. Algumas escolas estiveram fechadas ou com aulas parciais, por conta da mobilização. A presidente do Ceprol, Andreia Nunes, reiterou as pautas defendidas pelos manifestantes. "Nós queremos mais qualidade na educação, sem recurso nós não conseguimos. E a gente entende que a reforma da previdência vai afetar diretamente todas as pessoas", colocou.

Foto por: Priscila carvalho/ges-especial
Descrição da foto: SÃO LEOPOLDO: da Câmara até a Rua Independência

Segundo a organização, a caminhada, que percorreu as principais ruas do Centro, teve a participação de cerca de 5 mil pessoas. A Guarda Municipal não estimou o número de participantes. Ainda na concentração, um grupo de educadoras vestidas de preto, deitou no chão, representando a morte da educação. "É um absurdo manter a educação como um gasto e não com um investimento", disse a professora Luciana Peres.

Mobilização também aconteceu no IFSul

Em Sapucaia do Sul, um dos locais com mobilização foi o Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul). Vários estudantes, professores e simpatizantes se mobilizaram desde cedo em frente ao local. No dia 30 de abril, foi anunciado pelo governo federal um corte no orçamento das universidades e institutos federais na ordem de 30%. A ideia da mobilização é chamar a atenção para importância da educação, da produção de conhecimento e da pesquisa feita nas universidades em diferentes áreas. Aluna do curso técnico em eventos, Vitória de Andrade, 18, disse temer que os cortes na educação prejudiquem o aprendizado no Instituto. "A gente quer manter o ensino de qualidade para nós e para as gerações futuras. Os cortes vão prejudicar, só temos verba até setembro. Nossa escola é a melhor da região, temos um ensino modelo. Se fechar, não sabemos o que fazer."

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