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Mobilidade

Empresas asseguram ônibus na sexta-feira de greve

Metroplan monitora e pode definir plano emergencial
12/06/2019 21:05

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O dia de greve geral, convocada pelas centrais sindicais contra a reforma da Previdência, já tem a adesão confirmada de diversas categorias pela região. Os primeiros a informar que param na próxima sexta-feira, dia 14 de junho, foram os metroviários, que também decidiram se manifestar contra a intenção de privatizar a Trensurb. A categoria afirma que não haverá trens amanhã. Com isso, o transporte coletivo também pode sofrer alterações, embora as empresas de ônibus da região assegurem que a oferta deve ser normal. Essa é a informação que as empresas Real Rodovias, Citral, Central, Montenegro, Socaltur, Wendling, Futura, Hamburguesa, Courocap e Feitoria têm passado para seus usuários e confirmadas para a reportagem.

Foto por: Diego da Rosa/Arquivo-FEV
Descrição da foto: ÔNIBUS: empresas dizem que linhas vão operar com frota disponível e de maneira normal

"Pretendemos trabalhar com toda a frota disponível para as linhas intermunicipais de maneira normal", disse o gerente financeiro da Real Rodovias, Wilson Garcia. A Real realiza trajetos nos municípios da região metropolitana e também os de comunidade, dentro das cidades de Esteio e Sapucaia do Sul, que também não deve sofrer mudanças. "A princípio, vamos trabalhar a pleno", colocou Garcia.

MONITORAMENTO

Depois de se reunir na terça-feira à noite, a Metroplan também informou que os rodoviários não devem parar na sexta e vai monitorar o impacto do movimento do transporte da região para avaliar a necessidade de incremento ou não no serviço. O órgão atua no gerenciamento do transporte coletivo intermunicipal da região metropolitana, envolvendo 34 municípios.

A circulação dos ônibus torna-se ainda mais importante diante da perspectiva de não haver serviço de trens durante todo o dia, apesar da tentativa da Trensurb de reduzir eventuais transtornos aos usuários. Para isso, entrou na Justiça para tentar garantir a circulação de trens, com especial atenção aos horários de pico.

Como opção, os usuários podem dividir os custos de um carro por aplicativo para realizar a sua viagem.

Alternativas

Entre as alternativas que os usuários da Trensurb podem optar, estão os aplicativos de viagens. Em uma cotação feita pela reportagem do Jornal VS ontem, em três aplicativos diferentes que atuam na região, os valores de uma viagem da Estação São Leopoldo até a Estação Mercado, em Porto Alegre, variaram de R$ 48,50 a R$ 63, no horário das 11 horas. Já em um horário de pico, como às 18 horas, os preços ficaram entre R$ 58,21 a R$ 101,99, para o mesmo caminho. Lembrando que os valores podem variar conforme a demanda e o número de motoristas disponíveis.

 

FIQUE ATENTO

O gerente da Feitoria, Eder Scherer, embora afirme que o transporte será disponibilizado, faz um alerta. "No dia da paralisação, estaremos com todo o quadro normal, mas fica a ressalva de que caso ocorra vandalismo, por exemplo, podemos rever. Não queremos expor usuários ou funcionários a algum risco", comenta. A empresa terá 45 ônibus que atendem São Leopoldo e três veículos para a linha Lomba Grande.

Outra dica, aponta a assessora administrativa operacional da Viação Montenegro, Aline Riffel, é acompanhar o site da empresa. "Não teremos paralisação, mas estaremos acompanhando a movimentação durante o dia."

O coordenador da Central, Marcos Bertuol, também confirma o atendimento aos usuários. "Estaremos com horário normal na sexta-feira", pontua.

OUTRAS CATEGORIAS

• O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios do Estado se reúne hoje, às 19 horas, na Igreja Pompeia, em Porto Alegre. Os trabalhadores de São Leopoldo e região integram a assembleia.

• O Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região - que inclui cidades da região metropolitana - decidiu aderir à paralisação. Segundo informações da assessoria de imprensa do órgão, a decisão foi deliberada em assembleia e aprovada por unanimidade.

• Os professores estaduais também estão mobilizados para a data. O Cpers divulgou que a categoria vai aderir ao movimento nacional.

• Trabalhadores da saúde, também mobilizados, informaram adesão. Caso do Sindisaúde-RS, Sergs, Sindifars, Sinditest-RS, envolvendo técnicos e trabalhadores de nível médio em geral, enfermeiros, farmacêuticos e técnicos de segurança do trabalho.

• Educadores da rede municipal de São Leopoldo, liderados pelo Sindicato dos Professores Leopoldenses (Ceprol) também devem aderir. Segundo a presidente da entidade, Andreia Nunes, a grande maioria das escolas estará fechada nesta sexta-feira, a exemplo do que ocorreu na paralisação do dia 15 de maio. Professores da Liberato votaram pela paralisação e adesão, o mesmo que os servidores sindicalizados do IFSul.

Jornal VS
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