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Justiça

Réus são absolvidos de tentativa de homicídio ocorrida em praça de São Leopoldo

Crime aconteceu há seis anos no bairro Campestre
10/07/2019 13:18 10/07/2019 13:45

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Foto por: Diego da Rosa/GES-Arquivo
Descrição da foto: Júri ocorreu terça-feira no Foro de São Leopoldo
Em júri terça-feira (9) no Foro de São Leopoldo dois homens acusados de uma tentativa de homicídio triplamente qualificada ocorrida há seis anos na cidade, foram absolvidos. Daniel Fábio Ferraz, 37 anos, e David Bryan de Souza Meirelles, 27, foram denunciados pelo Ministério Público (MP) pelo crime registrado em 15 de fevereiro de 2013 no bairro Campestre. Na data, por volta das 20 horas, a vítima, Giovani dos Santos Marcos, foi baleada em uma praça, localizada na Avenida Maria Emília de Paula. Na ocasião, segundo denúncia do MP, os dois réus, junto de outros dois homens não identificados, chegaram de carro ao local e efetuaram disparos de arma de fogo contra Marcos. Os tiros teriam sido efetuados por Meirelles, tendo, dois, dos seis disparados, atingido a vítima.

Ferido no abdômen e nas costas, Marcos foi socorrido ao Hospital Centenário onde recebeu atendimento médico, resistindo aos ferimentos e liberado cinco dias depois. O crime, segundo a denúncia, teria sido cometido por motivo torpe, por conta de a vítima possuir dívidas com os denunciados originadas da compra de entorpecentes. Além disso, outras qualificadoras impostas pelo MP foram o fato de o crime ter sido cometido de modo que resultou em perigo comum, já que a vítima foi alvejada a tiros em uma praça, local público e com grande circulação de pessoas, e por meio que impossibilitou a defesa da vítima, que foi surpreendida por um ataque armado sem que tivesse havido qualquer discussão prévia.

Duas das três qualificadoras acabaram sendo retiradas do processo: a de perigo comum, durante recurso, e a de motivo torpe na data do julgamento. De acordo com o defensor público Lisandro Luís Wottrich, responsável pela defesa de Meirelles, o depoimento da vítima foi decisivo para o resultado de absolvição dos réus. “O primeiro depoimento foi dado pela vítima ainda no hospital, quando ela estava medicada e disse que o responsável pelos tiros tinha os cabelos na altura dos ombros. O David nunca teve cabelos compridos. Dois anos depois em depoimento na frente do juiz a vítima mudou a versão, dizendo que o primeiro depoimento não tinha fundamento algum, que o primeiro tiro o atingiu quando estava de costas e que não podia reconhecer quem o teria efetuado”, comenta.

Conforme o advogado, Meirelles já havia sido absolvido em 2017 de uma acusação de homicídio consumado, que havia contra ele. Além disso, ele é indiciado por outros dois assassinatos, ainda não julgados, e dois roubos, um dos quais ele cumpre pena em regime fechado. O outro réu absolvido já encontrava-se em liberdade antes do julgamento.

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