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Cultura em Trânsitos

Chegou a hora do fogo de ms. Lauryn Hill

Ícone do rhythm and blues, a artista se apresenta neste 1.º de maio na capital.

Foto por: Divulgação
Descrição da foto: Ícone do rhythm and blues, a artista se apresenta neste 1.º de maio na capital
Lauryn Hill se apresenta nesta quarta-feira, dia 1.º de maio, a partir das 21 horas, no Pepsi on Stage, na turnê que comemora os 20 anos do seu icônico trabalho de estreia, o álbum The Miseducation of Lauryn Hill. Ícone do R&B e a primeira mulher a conquistar cinco Grammys na mesma edição, ela vai executar o repertório do disco na íntegra. São composições, que juntas conquistaram 11 indicações ao Grammy 1999, e que retratarem de maneira visceral e sincera a visão da mulher negra sobre a vida e sobre o amor. Em um momento em que “a vida se espreme tão apertado que fica difícil respirar”, a artista, que integrava o Fugees, decidiu em 1998 se dedicar à sua carreira solo.

Ela conseguiu definir seu próprio caminho sonoro logo no primeiro trabalho de estúdio, “The Miseducation of Lauryn Hill”, lançado naquele mesmo ano. Na verdade, criação em fusão de uma artista inquieta já estava vibrando. Conforme dados da carreira da artista, a cantora – vencedora de um Grammy e dona de marcas expressivas com o seu ex-grupo – reuniu um conjunto de ótimas ideias em torno do seu debut, que ficou marcado pela sua sonoridade singular e pela mistura de rap, soul e reggae. Apontada como uma das responsáveis por levar o hip hop ao mainstream, a cantora se tornou uma referência do rap feminino e, em tempo recorde, uma das artistas mais cultuadas planeta.

No repertório também clássicos como Doo Wop, Everything is Everything e To Zion, além da can’t take my eyes off of you. O Pepsi on Stage fica na Avenida Severo Dullius, 1995. A abertura da casa será às 19 horas e a classificação etária é 16 anos. Ingressos, conforme lote, área e tipo de desconto (solidário, estudante ou idoso) de 180 reais a 730 reais, conforme dados da Opinião Produtora.

História

Natural de Nova Jersey, Lauryn Hill iniciou no mundo da música ainda jovem, sendo influenciada pela coleção de discos do seu pai, que se apresentava em boates locais e em alguns casamentos. Já com o sonho de se tornar uma cantora profissional, ela começou a fazer testes para a televisão, atuando em programas de auditório e em pequenos filmes. Com 13 anos, foi convidada para fazer parte do Fugees, grupo que precisou ficar em stand-by por um tempo, enquanto Lauryn foi estudar na Universidade de Columbia, em Nova York.

A banda lançou o seu álbum de estreia, intitulado Blunted on Reality, em 1994. O álbum, que chamou a atenção pela sua mistura de hip hop, R&B e música caribenha, foi só o primeiro passo de Lauryn Hill em direção ao estrelato mundial.

Ospa apresenta 'A viúva alegre' hoje e amanhã no Theatro São Pedro

A regência é de Evandro Matté .

A regência é de Evandro Matté Uma das obras-primas da tradição vienense será revisitada pela Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa), com regência de Evandro Matté (foto). O palco do Theatro São Pedro recebe a montagem da opereta “A Viúva Alegre”, de Franz Lehár (1870 – 1948), nos dias 24 e 25 de agosto, às 20h30 e no dia 26, domingo, às 17h.

A produção conta com a participação do Coro Sinfônico da Ospa, com bailarinos convidados e vários solistas. A direção cênica fica é de William Pereira. Os ingressos estão à venda na bilheteria do local, pelo site do Theatro e no portal da Ospa, por valores entre R$ 60 e 130.

Invisíveis

Neste final de semana acontece a Parada Gráfica - feira de publicações independentes no Museu do Trabalho, em Porto Alegre, com programação amanhã e domingo, das 13h30 às 19h30. E o evento será especial para dois artistas o alemão Frank Jeske, radicado em São Leopoldo, e a leopoldense Daggi Dornelles. Mais ainda para Frank, responsável por um recorte delicado e intenso do cotidiano e suas solidões, suas ausências. Nesta 6a edição da Parada Gráfica, Moinho Ed. Limitadas terá diversos lançamentos. Entre eles, o fotolivro unsichtbaren | invisíveis, de Frank Jeske e Daggi Dornelles. Um trabalho primoroso e de imersão.

Antigo moinho
Com textos de Daggi e fotos de Frank, o fotolivro, edição bilíngue (português e alemão), flagra instantes de um antigo moinho. Mais que isso, Frank se permite. Se coloca paciente para preservar a história que se conta pela luz, pela escuridão e pelos desassossegos do tempo. O monho fica na Picada 48, atual cidade de Lindolfo Collor, local de ocupação dos primeiros imigrantes alemães em meados do século 19 no Rio Grande do Sul.

Artistas visuais
Em 2014, os artistas visuais Camila Leichter e Mauro Espíndola arrendaram uma casa e um antigo moinho em ruínas, como espaço de trabalho e pesquisa, na Picada 48. Em 2016 eles criaram a Moinho Edições Limitadas, iniciativa para acionar e compartilhar, em pequenas tiragens, uma produção gráfica, fotográfica e processual. Atualmente, a iniciativa tem ainda a parceria com os artistas Adolfo Montejo Navas e Celina Almeida Neves, editores de Limiar Edições Extraordinárias.



Ao mestre Ivo Bender

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Obrigado por toda a cena e esperando sempre mais. Talvez essas sejam as frases mais adequadas para parabenizar o leopoldense Ivo Bender, que completou 82 anos nesta semana. Bender é dramaturgo, tradutor e professor. Se moveu entre traduções de obras de Racine, Emily Dickinson e Harold Pinter. A primeira dramaturgia escrita a mão ganhou tensão em As Cartas Marcadas ou Os Assassinos, de 1961. a partir daí muitos intensidades. De As Cartas Marcadas e A Terra Devorada, passando O Cabaré de Maria Elefante, de 1981, até o musical Fantástica Aparição de Red-Rider em Brejo Seco Pondo Fim a uma Situação Insustentável. Um dramaturgo multiplicado.

Trilogia Perversa

Em 1988, Bender escreve a Trilogia Perversa. Textos inspirada em mitos gregos, mas transpostos para os primórdios da colonização alemã. A peça 1874, que tem como base a tragédia Ifigênia em Áulis, de Eurípides, Bender adaptada para o episódio dos Mucker liderados por Jacobina Maurer.

Bender é um mestre. Um mestre no fluxo. Um criador de almas. É um devorador de mundos. É tensão que espera Godot. Enfim, um homem exposto que faz circular um teatro perverso, absurdo e tão ao lado da gente. Parabéns, mestre!

Sem Roth

“O corpo contém a história da vida tanto quanto o cérebro”. Assim o escritor norte-americano Philip Roth, que morreu neste semana aos 85 anos, abre o prelúdio de seus livro Animal Agonizante. Obra visceral. Aliás, páginas viscerais desde O Complexo de Portnoy, publicado em 1969. Do autor ainda Pastoral Americana e A Marca Humana.

Museu da Comunicação Ospa apresenta

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) apresenta no dia 27 de maio, domingo, às 17 horas, um recital do Quinteto Porto Alegre, formado por músicos da orquestra, que interpretará repertório do barroco ao contemporâneo. Performance será no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa, no Centro, na capital. A entrada é gratuita

Srta. Jazz

Ella Fitzgerald, Nina Simone, Billie Holiday, Sarah Vaughan, Etta James, Edith Piaf, Dinah Washington, Peggy Lee. Elas estão na voz Melina Vaz, 24 anos, que começou sua carreira profissional interpretando os sucessos de Amy Winehouse. Atualmente está radicada em São Paulo para expandir seu trabalho na cena jazz nacional. Mas vez ou outra retorna para momentos sonoros. Próxima parada aqui perto será dia 27, às 20 horas, com Melina Vaz & Trio, no Café Fon Fon (Rua Vieira de Castro, 22, na capital). E o trio é Ras Vicente (piano), Rodrigo Arnold (baixo acústico) e Martin Estevez (bateria) .

Giratório

No último fim de semana d 13º Festival Palco Giratório Sesc/POA o grande destaque é o espetáculo Mulamba, com apresentações na hoje e amanhã, 25 e 26 de maio, no Theatro São Pedro, às 21 horas. . Confira mais informações abaixo.

Fim

No dia 26 ocorre o encontro Crítica, Curadoria e Mediação Cultural, às 16h, no Teatro Sesc Centro. O momento é destinado ao diálogo aberto entre público, pensadores, técnicos, atores e produtores de arte sobre a cena cultural vista ao longo do Festival Palco Giratório Sesc/POA

Uma única noite para o jazz, a voz e o piano de Diana Krall

Nesta terça-feira, dia 24 a diva do jazz se apresenta, às 21 horas, no Auditório Araújo Vianna.

Reprodução /
Nesta terça-feira, dia 24 a diva do jazz se apresenta, às 21 horas, no Auditório Araújo Vianna
Quando Live In Paris entrou no setlist da sensibilidade atenta, a pianista canadense Diana Krall confirmou a tentação da voz e do som do piano. Simplesmente uma artista capaz de percorrer a história, resgatar momentos, fomentar parcerias, flertar com genialidades, se deixar fascinar. Nesta terça-feira, dia 24, a diva do jazz, ganhadora de de cinco prêmios Grammy e 16 álbuns, sendo oito álbuns no topo da Billboard Jazz Albuns, se apresenta, às 21 horas, no Auditório Araújo Vianna, com a turnê mundial do álbum Turn Up The Quiet.

Esta é quarta turnê mundial da artista que passa pelos palcos do País e a segunda em Porto alegre, desde 2007, incluindo ainda a gravação do DVD Live In Rio, enfatizando o interesse da cantora pela Bossa Nova. Entre seus álbuns estão os excelentes All For You, The Look Of Love e Live In Paris. Enfim, uma chance de aproveitar e ir até a lua como canta Daina Krall e se deixar levar. Conforme a produção, os ingressos, a partir de 150 reais, estão disponíveis na bilheteria do local do show (Avenida Osvaldo Aranha, 685 – Parque Farroupilha, Porto Alegre) e do Teatro Bourbon Country (Avenida Túlio de Rose, 80 / 2° andar, Passo D’Areia – Porto Alegre, além do site Uhuu.com.

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